O não pagamento de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) durante a gestão de Patricia Amorim é apenas uma das inadimplências apuradas previamente pela auditoria contratada pela nova gestão do Flamengo para fazer um raio X da saúde financeira do clube. Os débitos, na verdade, existem desde 2007 e até o fim de 2011 totalizavam R$ 69.473.636,22. A dívida, portanto, é também uma herança de Márcio Braga e Delair Dumbrosck. Além deste montante, existia até o fim de 2011 um débito de R$ 178.126.839,76 milhões em processo de três parcelamentos por meio da Timemania. O clube informou ontem, por meio do site oficial, que quitou R$ 8 milhões referentes a impostos atrasados do Refis e da Timemania que não foram pagos no ano de 2012 por Patricia Amorim. A antiga gestão estava ciente das pendências. Em junho do ano passado, uma auditoria contratada pelo clube apontou uma série de problemas na área de recursos humanos. E a primeira recomendação que aparece no relatório, dizia justamente sobre os tributos e contribuições em atraso. Parte da atual penhora do Flamengo é relativa ao processo movido pelo Consórcio Plaza, e a dívida de hoje é superior a R$ 60 milhões. A disputa com o Consórcio Plaza começou em 2002, por causa de R$ 6 milhões que a empresa emprestou ao clube em 1996 como adiantamento para a construção de um shopping na sede da Gávea, o que acabou embargado. Existe um anexo no processo no qual diz que qualquer receita relativa à patrocínio é uma garantia para pagamento da dívida. Tanto que parte do dinheiro da primeira parcela da Adidas ficou retida. No ano passado, 20% dos direitos econômicos do atacante Diego Maurício, negociado com o Alania Vladikavkaz (RUS), ficaram retidos. O valor foi de R$ 1,132 milhão. Patricia Amorim é a maior “vitima”. A atual gestão do Flamengo diz apenas que a gestão de Patricia Amorim não repassou aos cofres públicos, entre 2010 e 2012, o que abaixo comprova o contrário. Kleber Leite (1995 a 1998) A disputa com o Consórcio Plaza começou em 2002, por causa de R$ 6 milhões que a empresa emprestou ao clube em 1996 como adiantamento para a construção de um shopping na sede da Gávea, o que acabou embargado. O Fla desde então alega que o dinheiro foi uma doação, não um empréstimo. O Consórcio rebateu, mostrando balanços do Rubro-Negro em que a dívida foi incluída. Márcio Braga (2007 a 2009)
A atual inadimplência com relação aos tributos e contribuições consta a partir de agosto de 2007, ano em que o presidente foi reeleito no Fla.
Ocupou a presidência do Flamengo em dois momentos em 2009 em função de problemas pessoais alegados por Braga. Patricia Amorim (2010 a 2012)
Não quitou parte do passivo tributário anterior e da gestão dela.
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