Arthur Muhlenberg cutuca Fluminense: “Em Mulher Não Se Bate Nem Com Uma Flor.”

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Muito não se pode falar após a protocolar vitória do Flamengo sobre o time dos três rebaixamentos consecutivos. Já faz tempo que sacanear as bibas pela sua proverbial delicadeza e inadequação à prática dos esportes viris nos é vedado sob a ditadura do politicamente correto. E de futebol então, melhor nem comentar, o mundo perdeu seu eixo e hoje são os réprobos tricolores, evadidos das pestilentas divisões subalternas do futebol nacional, que disputam as grandes competições internacionais enquanto o Flamengo e seus homens de bem chafurdam sem chances no miserê do carioqueta, campeonato retrô em vias de extinção.
Somos rubro-negros, mas somos conscientes. O 3 x 1 no Fla-Flor não valeu nada, mas a vitória foi importante pra quebrar o tabu de que o Flamengo não ganhava mais dos pequenos no Carioca. Pensando bem, valer nada é uma forma errônea de definir o jogo de ontem. Valia um carrinho zero, oferecido pelo patrocinador do Flamengo, ao melhor jogador da partida segundo a escolha de meia dúzia de blogueiros se achando. Quem levou o carrinho foi o jovem baiano Gabriel (eu mesmo votei nele), que mostrou humildade em gol, resolveu vender o possante, rachar a merreca com o grupo e ficar bem na fita com os donos do time. Baiano esperto.
O jogo não provocou muitas emoções, salvo no momento em que se efetuou uma bizarra e inexplicável substituição: Jorginho mandou entrar em campo o jovem João Paulo sem contudo mandar sair o popular Ramon. O que resultou na esdruxula situação do Flamengo ficar em campo com dois laterais esquerdos e ao mesmo tempo não ter ninguém para ocupar aquela posição. Coisas de Jorginho, que a cada dia dá à torcida maiores provas de que é completamente maluco. Vamos ter que nos acostumar com essas coisas.
Enquanto esperamos a partida de vida ou morte da semana diante do Remo na quarta-feira, sugiro duas atividades lúdicas. Amanhã, os cariocas fechados com o certo poderão estar na presença de Rondinelli e Adílio, e talvez de mais baluartes, comemorando o histórico título de 1978 no Bar da Eva, boteco responsa que fica no Grajaú. Programa cívico catalogado sob a categoria dos imperdíveis. E pra agora, curtir o vídeo da Nivinha, que mais uma vez pisou na bola em relação ao figurino. Se liga, Nivinha, mulher de calça comprida é falta de educação.

Fonte: Urublog

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