PAULO VICTOR – GOLEIRO
Pouco exigido. Uma boa defesa nos minutos iniciais, mas não teve reação na fraca cabeçada de Marco Goiano no gol do Macaé.
Mostrou que ainda não está pronto para ser o reserva imediato de Léo Moura. Apesar de bons cruzamentos no segundo tempo, como o que iniciou a jogada do gol de Nixon, apareceu pouco para o jogo e pareceu mais preocupado em não comprometer do que em jogar.
Se impôs diante do ataque do Macaé, que pouco entrou na área.
Foi mal no gol do Macaé. Como trabalhou pouco no fundo, se aventurou no ataque e viu um chute errado virar assistência para o primeiro gol de Hernane.
JOÃO PAULO – LATERAL-ESQUERDO
Muito pouco para quem era titular até duas semanas atrás. Mal na marcação, foi pouco ao fundo e ainda desperdiçou boas chances de finalização.
Um dos melhores em campo. Sempre com a bola no pé, deu qualidade a saída de bola com bons passes. Se aprimorar o poder de marcação, pode disputar a posição com Amaral e Cáceres. Em determinado momento do jogo, inverteu com Cléber Santana e se apresentou mais no ataque.
Em sua estreia nos profissionais, foi pouco exigido na marcação e mostrou valor nos passes ao fazer a bola girar no meio-campo nos minutos finais.
O dono do time. Sem aparecer muito, organizou a equipe e fez jus a braçadeira de capitão.
Um início muito bom, com dribles, passes e tabelas com a dupla de ataque. No segundo tempo, não se destacou tanto.
O talento é indiscutível, mas participa pouco do jogo. Muito aberto pela esquerda do ataque, buscou pouco a bola. Quando a teve em seus pés, no entanto, foi bem. Bela matada no peito em lance que resultou no gol de Nixon.
Muita correria e vontade de recuperar o espaço na equipe. Boas jogadas e um lindo chute para marcar seu gol.
O filho de Alcindo participou pouco do jogo.
Pediu para jogar para garantir a artilharia do Estadual, e fez o que se espera dele: gols. Com dois, chegou a 12 e abriu quatro de vantagem para Charles Chad, do Duque de Caxias. Foi substituído aos gritos de “Seleção” pelos torcedores de Macaé.
Não jogava há mais de um ano, teve 20 minutos em campo e mostrou o motivo de sequer figurar no banco. Perdeu três boas chances na frente do goleiro.
Conseguiu corrigir as falhas da equipe no primeiro tempo durante o intervalo. Na etapa final, Flamengo não deu chances ao Macaé e virou o jogo.
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