Enquanto o Flamengo busca maneiras de criar novas receitas e, simultaneamente, pagar contas deixadas pelas gestões anteriores, o debate para que o estatuto do clube passe por algumas reformas é mais uma das ideias para o cenário futuro do rubro-negro.
A modernização de alguns artigos é vista como fundamental por Eduardo Bandeira de Mello. Um tema delicado, por exemplo, e que gerou frustração dos torcedores que planejam – ou já se associaram – foi o fato de não se ter o direito ao voto nas próximas eleições rubro-negras. O rival Fluminense, por exemplo, proporcionou esse direito aos seus novos associados após passar por votação que possibilitou tal reforma estatutária.
“É fundamental que algumas adaptações sejam feitas. Temos um estatuto muito antigo. Posso afirmar que este é um consenso entre as diversas correntes políticas do clube”, disse.
O apoio de grupos políticos e a vitória ampla na eleição do Conselho Fiscal também foi ressaltada por Amir Somoggi como um marco importante para o poder de decisão do atual grupo.
“O Flamengo é um clube doente e a vitória da situação nas eleições do Conselho Fiscal é um marco para a reestruturação. Somente com união poderá ser alcançada a tão esperada maximização de receitas”.
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