Sem poder entrar em campo, semana Rubro-Negra é marcada por finanças.


Uma semana cheia de treinos significa calmaria e foco nas atividades. Não no Flamengo eliminado do Estadual e aparentando completa falta de rumo.
Dentro de campo, o clima entre Jorginho e o elenco já não parece dos melhores. No treinamento de quarta-feira, o treinador reclamou de maneira ríspida com o atacante Hernane e viu o artilheiro do time na temporada não ir a campo no dia seguinte reclamando de dores nas costas.
Com o Brocador recuperado, a atividade de sexta mostrou um Rubro-negro com mais mudanças na escalação, fato que já virou rotina na era Jorginho. Para o Fla-Flu de domingo, o técnico deve experimentar González, Ramon e Renato Abreu entre os titulares.
Também durante a semana, especulações deram conta das prováveis saídas de Ibson, rapidamente refutada pelo diretor de futebol Paulo Pelaipe, e Alex Silva, esta mais possível após declarações de Jorginho dando conta da insatisfação do zagueiro devido às críticas que vem recebendo da torcida.
Dívida milionária é anunciada
A semana também reservava surpresas negativas fora das quatro linhas. Completando 100 dias a frente do Flamengo, o presidente Eduardo Bandeira de Mello veio a público revelar os resultados de auditoria feita nas contas rubro-negras.
Antes avaliado em R$ 250 milhões, o débito do Mais Querido após a abertura da caixa-preta foi fixado em valor três vezes maior: R$ 750,7 milhões. Dívida exorbitante que só poderá ser paga com muita negociação, criatividade para criar receitas e um bom e coeso grupo de jogadores.
Fonte: Ei

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