Pouco exigido, foi mais um espectador. Não teve culpa no gol
LÉO MOURA – LATERAL-DIREITO
Deu algumas arrancadas que relembrou seu auge no Fla, mas ficou muito isolado nos apoios. Deixou espaços a suas costas que o adversário não soube explorar.
Teve azar ao desviar o chute sem endereço de Jeferson Maranhense para o gol. Mesmo contra um frágil ataque do Campinense, não foi tão seguro como nos últimos jogos.
Se saiu melhor que o companheiro de zaga na marcação e ainda apareceu no ataque com uma cabeçada na trave.
Mais acionado no primeiro tempo, acertou alguns cruzamentos não aproveitados pelo Fla. Discreto na segunda etapa.
Aniversariante do dia, sentiu dores musculares e teve dificuldade na marcação no meio de campo. No ataque, furou um chute e perdeu uma ótima chance.
Entrou no intervalo no lugar de Amaral e, contra um adversário fechado, melhorou a saída de bola, com direito a bons lançamentos.
Junto a Rafinha, foi a melhor opção contra a retranca do Campinense no primeiro tempo. Apareceu bem na área, mas caiu de rendimento no segundo tempo.
De novo decisivo nas bolas paradas, foi o nome do jogo. Acertou uma cobrança no travessão e converteu outras duas. Ainda ditou o ritmo do jogo, com direito a arrancadas.
Substituiu Renato Abreu no fim e não teve tempo de mostrar serviço
Muita movimentação, mas dessa vez sem a eficiência dos últimos jogos. Arriscou alguns chutes da entrada da área que deram trabalho ao goleiro Pantera.
A válvula de escape do time. Com a velocidade de sempre e jogando pelos dois lados do campo, criou as melhores chances do Fla, e sofreu faltas para Renato Abreu cobrar, como a do primeiro gol.
CARLOS EDUARDO – MEIA-ATACANTE
Entrou para os 15 minutos finais e voltou a jogar depois de três partidas. Demonstrou mais mobilidade no ataque, mas ainda não justificou sua contratação.
Muito marcador, quase não teve chances de marcar. Conseguiu uma boa jogada que Amaral furou no primeiro tempo, e três finalizações, só uma foi a gol.
Repetiu a escalação em que encontrou um padrão de jogo. O time não foi brilhante, mas pressionou o adversário do início ao fim. Sem ser agredido, mexeu bem na equipe ao tirar Amaral para colocar Luiz Antonio no intervalo.
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