Foram sete anos na Europa, onde Roger Guerreiro descobriu uma posição que lhe fez se destacar por lá: o meio-campo. Mais perto do gol, virou jogador de seleção (naturalizou-se polonês) e tornou-se ídolo dos polacos. Ainda passou por apertos na Grécia, país no qual garante ter recebido só o referente a dois anos dos quatro de contrato assinado com o AEK Atenas, mas continuou com prestígio por lá. Aí nasceu a pequena Larinha, que completa 1 ano em outubro, e o desejo de voltar só cresceu. Nesta semana, ele conseguiu: assinou com o Guaratinguetá até o fim de 2014, e já na disputa da Série B pretende mostrar ao Brasil um futebol que lhe permita voltar à elite.
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