Acusados no parecer entregue na segunda-feira pela comissão de inquérito criada pelo Conselho Deliberativo do Flamengo para apurar R$ 7,3 milhões em adiantamentos sem comprovação nas contas de 2011, a ex-presidente Patrícia Amorim, seu vice de finanças, Michel Levy, o controller contratado pela gestão em 2012, William Pereira dos Santos, e o ex-presidente do Conselho Fiscal Leonardo Ribeiro podem sofrer sanções disciplinares, já que R$ 1,6 milhão continua sem documentação. Ribeiro alega que sua inclusão entre os acusados é um equívoco e que todo o trabalho de investigação partiu do Conselho Fiscal em sua gestão. William, por sua vez, acusou o antigo contador do clube, Rogério Tosca da Encarnação, e afirmou que chegou para “apagar incêndio”, declarando ainda que jamais observou “má-fé”, somente “bagunça”. Tosca também disse não ter notado desonestidade, apenas “falta de capacidade administrativa” – ele não está entre os acusados pois não faz parte do quadro social do Flamengo.
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