Corinthians bate o Flamengo nos pênaltis e é campeão de Mundialito.

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Em uma Arena de Copacabana lotada, mesmo com a chuva que caiu durante a madrugada no Rio de Janeiro, os torcedores puderam ver uma final à altura do 3º Mundialito de Clubes de futebol de areia. Emocionante e imprevisível até os segundos finais. De um lado o Corinthians, base da seleção brasileira e favorito; do outro, o Flamengo, empurrado pela sua fanática torcida. Melhor para o Corinthians, principalmente graças a Mão, eleito o melhor goleiro e o melhor jogador do campeonato depois de garantir o título alvinegro com dois pênaltis defendidos na decisão.

Assim como aconteceu na partida de abertura da competição, o Timão venceu o Rubro-Negro, desta vez nos pênaltis, após empate por 3 a 3 no tempo normal, e conquistou o inédito título mundial. Repetindo o que aconteceu no ano passado, os rubro-negros terminaram na segunda posição. Na disputa de terceiro lugar, melhor para o Vasco, que superou o Botafogo por 3 a 1.

O confronto teve um duelo à parte entre Eudin, do Flamengo, e Mão, goleiro do Corinthians e da seleção brasileira. Se no primeiro período, o camisa 8 rubro-negro levou a melhor, com direito a um gol e duas bolas na trave, nos dois finais coube a Mão ir à forra e fazer defesas espetaculares, além de pegar um pênalti de Léo no terceiro tempo e o decisivo de Benjamin, nas cobranças alternadas. Das quatro infrações que teve contra si no torneio, o camisa 1 corintiano pegou todas.

A competição, que ainda contou com a participação de Milan, Barcelona, Al-Ahli e Peñarol, teve como artilheiro o rubro-negro Eudin, com sete gols.

A decisão

Empolgados pela final e a arena de Copacabana lotada, Flamengo e Corinthians começaram o jogo a “mil por hora”, com os paulistas dominando os minutos iniciais através de uma cabeçada de Rafinha e de um arremate de Bruno Xavier, que obrigaram Willian a fazer duas belas defesas. O Rubro-Negro respondeu com Eudin, que atormentava o rival em lances consecutivos, com direito a duas bolas na trave direita de Mão. A insistência do maranhense foi recompensada restando 3me19s para o fim do primeiro tempo com um chute rasteiro, que, desta vez, entrou. A resposta dos corintianos veio na saída de bola com Fernando DDI. Empate no placar.

Corinthians vira, e Mão é destaque

O segundo tempo começou mais devagar com as equipes não querendo arriscar muito. O primeiro lance de perigo veio com o arretado Eudin. Melhor para Mão, desta vez. Com um chute cruzado, Rafinha respondeu em seguida. Quando o jogo caminhava para um empate no tempo final, Willian bateu roupa na frente do artilheiro André, que não perdoou e virou para os paulistas. O camisa 9 quase ampliou em seguida, após um belo voleio. Com pouco mais de 2m para o encerramento do período, o duelo mais visto no jogo aconteceu. Eudin sofreu falta, pegou a bola, ajeitou com carinho, e soltou a varada para a defesa de Mão. No rebote, o maranhense teve mais uma oportunidade, mas parou, novamente, na muralha, que operou um verdadeiro milagre.

Como diria o ditado: quem não faz toma. E foi na mesma moeda que o Corinthians marcou seu terceiro gol. Após sofrer falta próxima da área, Bruno Xavier provou o motivo de ser considerado o melhor jogador do mundo na atualidade. Em cobrança perfeita, o jogador venceu Willian fazendo 3 a 1. Eudin ainda teve a oportunidade de descontar, mas o camisa 1 corintiano estava impossível.

Gols de Eudin e Benjamin levam o jogo para a prorrogação; Mão pega pênalti

O Flamengo voltou para o tempo final no tudo ou nada. Com 7m44s no cronômetro, Eudin pegou um lindo sem pulo e diminuiu a desvantagem. O gol inflamou a torcida que passou a jogar junto. Um pênalti em Léo poderia ter empatado a partida. Porém, no gol corintiano estava Mão. O camisa 1 repetiu o que já havia feito contra os cariocas na estreia e defendeu. O maranhanse teve a revanche contra o arqueiro restando cinco minutos para o fim. Novamente, deu Timão. Novamente, Mão, que arrancou os gritos de “Ei, ei, ei, o Mão é o nosso Rei” dos torcedores atrás de sua meta.

Mas água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Foi assim que Benjamin venceu a muralha com quatro minutos para o encerramento, empatando o marcador. Bruno Xavier ainda teve duas oportunidades, mas falhou na conclusão. Léo teve mais uma, mas, outra vez, Mão estava lá. A final iria para a prorrogação.

Prorrogação e penalidades máximas

Debaixo de chuva, os três minutos de tempo extra reservaram duas chances para cada lado, mas Mão e Willian foram superiores. Com isso a decisão foi para as penalidades máximas. Que teve o herói do título pegando a cobrança de Benja

Fonte: GE

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