Rica Perrone esculacha e desmascara o Atlético-PR!

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Outro dia disse aqui que nenhum resultado na final da Copa do Brasil poderia ser chamado de “zebra”.  Me perdoem, cometi um grande erro.

É sim uma “zebra” se o Atlético PR for campeão.  Tamanho se mede também na postura antes do combate, e neste quesito nosso “glorioso” Atlético parece ter um caso de amnésia oportuna fazendo-se de “menor da turma”  na escola, escondendo-se atrás do professor.

Naquela cena patética onde o pequeno corre para se proteger gritando “olha ele, professor! Olha ele!”, enquanto o grandão enfrenta e disposto a colocá-lo em seu devido lugar, tem o combate “melado” pela pré-covardia alheia.

Mas pera lá! O Flamengo é uma potência e como tal sempre teve suas ajudas e suas épicas garfadas. Nenhum grande clube colecionador de títulos dorme sem nenhum “porém” no travesseiro.

Mas você, justo você, Atlético? Falando em força política e arbitragem?

Vamos aos fatos, já que os ignora.

Quem esteve no escandalo de arbitragem em 1997 foi o atual presidente do Atlético. Lembra? Não? Olha aí.

Feio, né? Mas é parte da história.

Do mesmo clube que fez um juiz decidir que o jogador Dagoberto, contundido, teria que compensar seu tempo machucado num tempo extra de contrato, na decisão mais absurda já dada no futebol brasileiro.

Atlético PR que enfrentou Santos e Chivas em 2005 sem 8 titulares num jogo, 4 no outro. Porque? Porque eles estavam em suas seleções, mas os jogos foram mantidos, beneficiando o Atlético e levando um time comum a uma decisão.

Decisão onde o regulamento dizia não poder ser jogada na Arena. E ainda assim, sabendo e tendo assinado, fizeram todo o berreiro antes do jogo insinuando as mesmas “forças ocultas” que insinuam antes desta final.

Chama-se “medo”. Sindrome de coitadinho.  O garotinho que corre para trás do professor com medo do amigo maior que ele.

“Ele é repetente! Me socorre!!”

Mas você, Atlético? Justo você?

Se fazendo de coitadinho tendo tanto passarinho morto pela própria arma? Criando um ambiente de vítima antes de ser de fato morto?

Lute como um homem. Em pé, de frente, sem justificar nada de véspera.

E assim, quem sabe, após uns 60 anos repetindo a postura, possa ser colocado um dia por um clube menor como o “possível vilão” na véspera de uma grande decisão.

Sei que é novidade. Entendo a dificuldade em saber como agir.  Mas entenda: Quando um clube desconfia de véspera de um torneio ou da legitimidade dele, se ganhar, diminuiu a própria conquista.

Então, seja por “medo”, “defesa” ou “burrice”. Fica quietinho, fica.

Fonte: Blog do Rica Perrone

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