Flamengo e Botafogo perderam seus principais jogadores às vésperas da Libertadores: Elias, no Mais Querido, e Seedorf, no Glorioso. Eles não eram apenas os melhores jogadores de suas equipes mas, o que torna suas saídas mais graves, os cérebros de seus meios-campos.
Na Gávea, o veterano Elano foi contratado e fala-se também no argentino Lucas Mugni, do Colón de Santa Fé — não me lembro de tê-lo visto em ação, portanto, prefiro aguardar antes de opinar. Em General Severiano, Fórlan é o nome preferido, apesar de sua passagem opaca pelo Internacional.
Nos dois casos, ao menos num primeiro instante, a sensação é de perda. E na comparação com os rivais mineiros, que mantiveram suas bases e ainda se reforçaram para a disputa da competição mais importante do continente, a desvantagem parece preocupante.
O que esse empresário Francisco Dambrós está fazendo com a carreira do jovem Luís Antônio?
Esqueçamos palavrórios jurídicos ou esdrúxulas citações ao “Pequeno Príncipe” (tal e qual as miss de antigamente). Pelos resultados obtidos EM CAMPO, o Fluminense já foi rebaixado QUATRO vezes! Mas disputou apenas uma vez a Segunda Divisão (e caiu!) e a Terceira (e a venceu)! Em suma: NUNCA conseguiu voltar à elite do futebol brasileiro jogando bola… Fato incontestável. E triste.
Fonte: Blog do Renato Maurício Prado