Eu não irei mais aos estádios enquanto essa administração aí estiver. Sou sócio-proprietário, sócio-torcedor, mas não darei mais um centavo a esses mercadores de ilusão. Muito menos depositarei nas contas abertas para concorrerem com os programas oficiais. Só desejo a eles a honestidade de princípios e a nobreza e pensarem nas consequências do rebaixamento. Financeiras, esportivas, históricas e sentimentais. E para exemplificar com adequação maior o tamanho desse orgulho ferido, vou usar uma foto primorosa da minha querida Cristina Dissat do Fim de Jogo. Esse aí, BAP, é um instantâneo do amor verdadeiro pelo Flamengo, numa tarde de Dia dos Pais, com o time na lanterna até os quarenta minutos do segundo tempo. Bem a propósito da data de ontem, não basta ser pai, tem que participar. Você cria filhos à distância? Se cria, é um pai ausente.
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