Há uma luz no fundo do túnel.

Compartilhe
Em novembro de 2013, escrevi um post falando do baixo nível do futebol brasileiro. O post começava assim:

Titulo: Tenho saudades do futebol arte!

Venho insistentemente reclamando do nível do futebol brasileiro. Não gosto do que venho assistindo. Não adianta falar que sou saudosista, pois sou mesmo e não vou mudar.

Não gosto do modelo adotado hoje, onde marcação virou prioridade e habilidade esquecida. Jogadores de hoje são engessados. Ganso um craque com a bola no pé é considerado lento.

Na ocasião fui chamado de ultrapassado. Porém o grande legado da Copa 7 a 1 despertou o velho sentimento de que precisamos voltar as nossas velhas raízes. Acendeu uma luz no fim do túnel!

Redescobriram e voltamos a falar de base. Perceberam que os clubes brasileiros precisam voltar a investir na base como formação de jogadores e não só como balcão de negócios.

Por que um clube conhecidamente descobridor de talento como Flamengo continua há tempos sem uma única revelação. O motivo é claro. Os professores passaram a formar times para disputa de campeonatos das categorias, deixando de lado o real objetivo da base que é dar base. Com isso o talento foi trocado pela força física. Não se trabalha um meia armador um centroavante, mas sim marcadores. O objetivo dos treinadores é ganhar títulos e garantir seus empregos.

Com base decente os clubes deixarão de contratar jogadores medianos, alguns piores que os oriundos da sua base. Veja o caso do jogador Artur contratado pelo Flamengo. Eu pergunto – Qual a diferença entre Artur e Nixon? Em minha opinião nenhuma. Sendo cruel eu diria que ambos não reúnem condições técnicas para vestir a camisa do Flamengo.

Nossos garotos saem das bases sem saber o básico do futebol. Passes, cabeçadas e chutes a gol. Perceberam que sumiram dos gramados brasileiros jogadores especialistas em cobranças de falta. Não existe em nenhum time aquele que meta medo ao goleiro. O que falar do número de passes errados. Isso é brincadeira. Tudo reflexo de treinamentos básicos.

Insisto em dizer. Sou do tempo que enfrentávamos a Seleção da Bolívia, Equador, Venezuela e Colômbia e apostávamos qual o placar da goleada. Hoje ficamos preocupados com o resultado. Tomamos um vareio da Alemanha que nunca mais sairá da cabeça do mundo.

É imprescindível investir de forma certa na base. Não deixar de lado a marcação, mas dar ênfase a qualidade técnica que sempre sobrou aos brasileiros. Sem ela continuaremos vendo em campo um amontoado de genéricos de Dunga, Mauro Silva, Batista e cada vez menos Zico, Sócrates, Falcão, Ademir Da Guia e etc., etc. etc., o que seria o começo do fim.

Fonte: Lanceativo

Notícias recentes

  • Destaque

Aqui não, Europa! Flamengo soma R$ 116 milhões em propostas recusadas no último mês

Léo Pereira e Emerson Royal receberam propostas europeias nos últimos dias O Flamengo recusou a…

28/07/2026
  • Destaque

STJD suspende zagueiro do Internacional por até 6 meses, e jogador não enfrenta o Flamengo

Victor Gabriel esteve envolvido no lance que ocasionou fratura na perna esquerda de Gabriel Pec…

28/07/2026
  • Notícias

Léo Pereira supera Juan no ranking de zagueiros artilheiros do Flamengo no século

Juan encerrou a passagem como jogador de futebol do Flamengo em 2019 O Flamengo tem…

28/07/2026
  • Notícias

Flamengo enfrenta o Internacional em busca de melhorar aproveitamento como visitante no Brasileirão 2026

Flamengo e Internacional disputam a 21ª rodada do Brasileirão No momento, o Flamengo volta todas…

28/07/2026
  • Notícias

Marcos Braz rebate que De La Cruz seja um erro de contratação do Flamengo

De La Cruz está no Flamengo desde 2023, quando saiu do River Plate (ARG) Nicolás…

28/07/2026
  • Destaque

Cabe no Flamengo? Endrick pode deixar o Real Madrid após pedido de Mourinho

Endrick busca se firmar no elenco do Real Madrid (ESP) O Flamengo segue em busca…

28/07/2026