Em ritmo de despedida, Alex se rende ao ídolo Zico.

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Prestes a disputar a sua última partida como profissional, marcada para domingo, diante do Bahia, o meio-campista Alex já está em ritmo de despedida, e optou por reservar a semana que antecede a sua aposentadoria para demonstrar gratidão às grandes figuras que conheceu no meio futebolístico. Referindo-se a Zico como ‘lenda viva’, Alex agradeceu ao ex-jogador pelos ensinamentos durante o tempo em que trabalharam juntos no Fenerbahce, clube de maior torcida da Turquia, rivalizando com o Galatasaray.

Em uma postagem em seu canal no Instagram, Alex comentou que sempre teve Zico como uma referência na carreira e agradeceu pelos momentos compartilhados no clube turco, entre 2006 e 2008. “Zico, uma lenda viva! Quando criança, eu queria ser o Zico. Depois fui jogar no Flamengo porque era o time dele. A vida me colocou lado a lado com ele no Fenerbahce, durante duas temporadas ele foi meu treinador e me transformou em capitão do time”, contou Alex por meio da rede social.

Após trabalhar com grandes treinadores na carreira, como Vanderlei Luxemburgo e Luiz Felipe Scolari, por exemplo, Alex reiterou que Zico foi o melhor.

“Foi o melhor gerenciador de pessoas que conheci no futebol, deixava o ambiente sempre agradável. Eu era fã desde criança, agora sou um privilegiado, sou amigo da família. Zico, obrigado por manter vivo o sonho daquela criança que queria ser jogador de futebol”, escreveu o jogador.

Além da homenagem ao ‘Galinho de Quintino’, como Zico ficou conhecido durante a década de 1980, quando defendeu as cores do Flamengo, Alex fez questão de agradecer, com uma postagem, a todos os técnicos com quem já trabalhou. Em uma montagem, o jogador reservou as figuras de Felipão, Luxemburgo, Marco Aurélio e Celso Roth, técnicos com quem trabalhou no Palmeiras. Na seguinte, reuniu fotos de Zagallo e Carlinhos, os dois técnicos que o comandaram no pouco tempo que ficou no Flamengo, entre 2000 e 2001.

Na última montagem, Alex faz referência aos seus treinadores na Europa durante os anos 2000. Assumindo que aprendeu um pouco com cada um, Alex agradeceu ao Cristoph Daum, técnico que o levou ao Fenerbahce, em 2004, ao Zico, ‘eterno ídolo’, ao espanhol Luis Aragonéz, que o dirigiu por apenas um ano, e ao turco Aykut, um dos pilares da saída do brasileiro do Fenerbahce.

Fonte: Fox Sports

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