Gabriel ladrão de bolas, Kieza rei da banheira e Volpi paredão.

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O Botafogo terminou o Campeonato Brasileiro na penúltima posição e pela segunda vez na sua história foi rebaixado para a Série B. Apesar da campanha ruim, o Alvinegro teve Gabriel como um dos destaques positivos na competição nacional. Jogador que mais entrou em campo pelo Glorioso no certame (35 jogos), o volante foi o maior ladrão de bolas do Brasileirão com 105 roubadas. O botafoguense desbancou Willians, do Internacional, recordista no quesito em 2013 e que ficou em segundo neste ano com 90 bolas roubadas dos adversários.

Outros dois times que caíram para a Segunda Divisão e tiveram um representante no Pacotão do Brasileirão foram o Bahia e o Criciúma. Mas por conta de estatísticas negativas. Kieza, do Tricolor de Aço, terminou a competição como o líder em impedimentos. O atacante foi flagrado na banheira em 32 oportunidades, quatro a mais do que Fred, do Fluminense. Enquanto João Vitor, do Tigre, foi o jogador que mais cometeu faltas com 93 infrações, três a mais do que Henrique, do Palmeiras. Isso explica o porquê do volante ter sido o atleta que mais recebeu cartões amarelos: 15, no total.

No outro extremo, o atleta mais caçado em campo foi Marcelo, do Atlético-PR. O atacante voltava para organizar as jogadas ofensivas do time e explorava a sua velocidade para puxar contra-ataques. Resultado: os adversários não perdoaram e cometeram 114 faltas no atleticano. Dudu, do Grêmio, ficou logo atrás com 112 faltas sofridas.

Quem também mandou mal ao longo da competição foi Renê, do Sport. O lateral-esquerdo foi o pé-torto do campeonato, com 219 passes errados, apenas 26 a mais do que o meia Conca, do Fluminense. Um dos motivos para isso está relacionado ao número de jogos disputados pela dupla. Renê, foi o único jogador de linha a disputar todas as 38 rodadas da Série A, enquanto o argentino participou de 37 jogos. Por sinal, o último atleta a entrar em campo em todos as partidas do Brasileirão foi justamente Conca, em 2010, pelo Fluminense.


O Figueirense encerrou a sua participação no Brasileiro na 13ª colocação com 47 pontos. Se o time catarinense conseguiu fugir do rebaixamento muito se deve às grandes atuações de Tiago Volpi. O goleiro praticou 66 defesas difíceis na competição, superando, Renan, do Goiás, com 65 intervenções deste nível. 

Em relação ao ano passado o número de cartões amarelos aumentou. Em 2013, os árbitros mostraram 1.629 amarelos, enquanto neste ano foram 1.688 amarelos. Por outro lado, os cartões vermelhos diminuíram de 107 na edição passada para 83 no Brasileirão 2014. A partida em que o Atlético-MG venceu o Fluminense por 2 a 0, no Ipatingão, pela oitava rodada, teve o maior número de cartões, 12 no total (11 amarelos e 1 vermelho). Quanto aos pênaltis, a arbitragem apontou para a marca da cal 81 vezes neste ano. Coincidentemente, o mesmo número de penalidades cometidas em 2013.

Fonte: GE

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