Artilheiro do time na temporada, com nove gols, já ouviu de Luxa que Cirino será o centroavante ao longo de 2015, mas mantém a calma: “Ele sabe o que fala e faz”
Artilheiro do clube na temporada, herói no clássico com o Vasco e em perfeita sintonia com o parceiro de ataque. O início de 2015 de Alecsandro tinha tudo para ser perfeito, mas não é bem assim. Apesar dos nove gols marcados, o camisa 9 ainda não conquistou status de titular no Flamengo e trabalha para convencer Vanderlei Luxemburgo de que vale a pena, sim, adaptar o esquema de jogo para tê-lo como homem de área. Em entrevista, o treinador contou que já revelou até para o próprio atleta que sua equipe ideal terá Marcelo Cirino como centroavante.
Por conta das lesões de Everton, Nixon e Paulinho, Luxa ainda não conseguiu dar corpo ao time com um trio ofensivo veloz. Enquanto isso, Alecsandro aproveita as chances que lhe são dadas. Vice-artilheiro do Carioca, com oito gols, leva vantagem em relação a Cirino pelo tento marcado contra o Brasil de Pelotas, na Copa do Brasil, e mantém a tranquilidade na luta diária para se consolidar como titular.
– Sou funcionário do clube. Já vi astros amargarem jogos sem jogar. Estou aqui para trabalhar. O Vanderlei tem muitos anos de estrada, sabe aquilo que fala e faz. Já trabalhou em grandes clubes brasileiros e do mundo. Sabe o jogador que pode dar pra ele um resultado em uma partida ou em outra partida. Tenho aprendido muito com ele. Estou feliz de estar ajudando. Técnica e fisicamente estou em bom momento e espero que isso me ajude até o fim do ano.
Apesar das palavras de Vanderlei, Alecsandro se prende a alternativas encontradas ao longo deste início de ano para mostrar que o 4-3-3 com velocistas no ataque não é fixo. Ciente de que as variações vão continuar a ser constantes, o camisa 9 disse se preocupar somente em se manter em alto nível para quando surgirem as oportunidades.
– O professor montou esse esquema no começo da temporada. Em momento algum nos enganou, mas sempre colocou para a equipe que todo mundo teria chance. A chance é dada pelo treinador, mas ela pode permanecer com o atleta de acordo com o rendimento. Já jogamos com dois atacantes, com dois meias… Eu estou preparado para quando tiver oportunidade puder ser o melhor para o Flamengo.
– Nossa boa fase é relacionada ao grupo. Da maneira como a equipe se comporta, que entende quando estamos nós dois em campo. De repente, um ou outro tem que se desgastar mais para marcar, fazer uma função diferente. Quando a equipe joga e entende isso, fica mais forte, compacta e bem ofensiva. Estamos sendo ofensivos, o ataque mais positivo do campeonato. Isso tem méritos individuais meu e do Cirino, mas é uma coisa que tem que ser muito bem dividida na equipe. Tem jogadores que aparecem menos, mas podem levar o mesmo destaque: o Márcio Araújo, o Jonas quando joga, a própria defesa…
Ainda com Alecsandro e Marcelo Cirino juntos no ataque, o Flamengo encara o Bonsucesso, sábado, às 16h (de Brasília), no Engenhão, pela 12ª rodada do Carioca. Com 29 pontos, o Rubro-Negro é vice-líder da competição, atrás do Botafogo somente no saldo de gols: 18 a 17.
Flamengo e Fluminense recorrem após Governo do Rio aplicar multa de R$ 400 mil na…
Meio-campistas destacaram o trabalho do técnico português e o momento do elenco antes do duelo…
Flamengo tem 63,9% de aproveitamento na temporada 2026, contra 82,5% do Independiente del Valle (EQU)…
CIES Football Observatory divulgou lista dos elencos mais caros do mundo, e a imprensa do…
Time equatoriano, comandado por Joaquín Papa, sofre com uma série de lesões graves antes do…
Everton Cebolinha revelou chateação por falta de oportunidades na virada de 2025 para 2026 Everton…