
Fonte: GE
A briga entre a CBF e o Bom Senso está longe do fim. O grupo que representa os jogadores divulgou nesta sexta-feira uma nota de repúdio ao posicionamento dos clubes e da entidade máxima do futebol brasileiro em relação à MP 671, a MP do futebol. Os cartolas se mostraram contrários a vários pontos apresentados no documento e alegam que a medida é uma imposição do governo, portanto seria inconstitucional. Em sua resposta, o Bom Senso rebate a tese e diz que o novo presidente da CBF, Marco Polo del Nero, está fazendo um “jogo sujo”.
– Em tramitação no Congresso, a MP 671 é acima de tudo uma lei corajosa, que ousou jogar luz nas sombras em que nossos cartolas construíram seu poder e onde pretendem manter o nosso futebol. Assinada pelo Planalto e elaborada com a participação de todos os setores do esporte, a lei exige que o refinanciamento da astronômica dívida dos clubes – estimada em R$ 4 bilhões – seja concedido apenas mediante a democratização das federações e da CBF e da gestão responsável nos clubes – diz a nota.
O Bom Senso crê que as contrapartidas previstas na MP não agradam a CBF e os clubes e por isso a entidade e os dirigentes tentam impedir a aprovação do texto. Os grupos não se entendem desde o início da discussão do tema, em novembro de 2013, quando o projeto foi apresentado na Câmara dos Deputados.
– Democracia, transparência e responsabilização. Esses são os três pilares da MP 671. É contra isso que a CBF tem lutado – declara o Bom Senso.
Confira a nota na íntegra:
Inconstitucional o escambau!
Aderir a MP 671 é opcional.
Muito antes de assumirem seus postos, Marco Polo Del Nero e seu secretário-geral Walter Feldman já haviam escolhido a principal batalha da CBF: impedir a aprovação da MP 671.
Em seu discurso de posse, o novo presidente joga sujo. Propositalmente confunde “contrapartidas opcionais” com “intervenção estatal”, tentando emplacar a tese da inconstitucionalidade da MP.
Em tramitação no Congresso, a MP 671 é acima de tudo uma lei corajosa, que ousou jogar luz nas sombras em que nossos cartolas construíram seu poder e onde pretendem manter o nosso futebol.
Assinada pelo Planalto e elaborada com a participação de todos os setores do esporte, a lei exige que o refinanciamento da astronômica dívida dos clubes – estimada em R$ 4 bilhões – seja concedido apenas mediante a democratização das federações e da CBF e da gestão responsável nos clubes.
Democracia, transparência e responsabilização. Esses são os três pilares da MP 671. É contra isso que a CBF tem lutado.
A tese de inconstitucionalidade da MP é absolutamente furada. As contrapartidas são facultativas e sua aplicação depende de prévio requerimento da própria entidade desportiva.
A mesma matéria já foi julgada pelo STF na ADIN nº 2937, quando por unanimidade, totalizando o placar de 9X0, o entendimento foi de que o conceito de autonomia não é absoluto, não se confunde com a noção de soberania e independência e deve sofrer os condicionamentos estabelecidos pelo Estado.
Bom Senso Futebol Clube,
Por um futebol melhor para todos
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Cartolas Euricando.....
Os clubes devem e não querem parcelar porque tem contrapartidas, então que o governo execute as dívidas de quem não aderir, empenhorando toda renda dos jogos. assim acaba com essa maracutaia do caralhoooo.
Isso! Assim veremos um bom campeonato na 2a. divisão com outros grandes clubes fazendo companhia ao Botafogo, com jogadores baratos e mais surpresas garimpadas despontando no cenário do futebol nacional.
Quem não aderir ao refinanciamento, que pague tudo de uma vez...