
Fonte: Lancenet
A saída de Alexandre Wobel da vice-presidência de futebol, deixando as decisões para o Conselho Gestor seria uma estratégia de descentralização e, também, uma decisão da diretoria em tentar amenizar a pressão sobre aquele que estava na linha de tiro, principalmente neste momento tão conturbado vivido pelo clube no Campeonato Brasileirão.
A saída de Wrobel em nada interferirá na vinda dos prováveis reforços, como Emerson Sheik, Alan Patrick e Ayrton, uma vez que vinha trabalhando em conjunto com Rodrigo Caetano para a montagem do elenco, e nas decisões tomadas pela diretoria em relação ao futebol. Além do mais, estará tendo a mesma influência nas decisões, já que seguirá nos bastidores.
Por outro lado, o Flamengo perde uma força já que o dirigente, sempre que preciso, colocava a cara à tapa para questionamentos da imprensa, além de ser o porta-voz nos momentos áureos da briga política entre o clube e a Federação, durante do Campeonato Carioca. Portanto, sempre mantendo o ar sereno e a compostura nas entrevistas e pronunciamentos.
Wrobel também sempre foi bastante solícito com todos os profissionais da imprensa, a qualquer hora do dia, da noite e até da madrugada.
Mesmo sem qualquer cacoete e experiência no futebol, mostrou bastante empenho e dedicação. Pode não ter tido o sucesso esperado, mas tentou na medida do possível. Agora, só resta saber se a sua saída não irá esvaziar ainda mais o parceiro Rodrigo Caetano.
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