Fonte: Lancenet
É inegável que quem veste a camisa 10 do Flamengo seja mais pressionado por boas atuações. Na atual gestão Eduardo Bandeira de Mello na Gávea, nomes como Carlos Eduardo e Lucas Mugni já desempenharam a função e frustraram os torcedores rubro-negros, com jogos ruins que nada lembraram a época em que Zico, maior ídolo da história do Fla, imortalizou a camisa 10 no clube.
Para tentar amenizar um pouco esta cobrança, os últimos jogadores contratados pelo Flamengo para a função de camisa 10 não utilizaram o número do Galinho de Quintino nas costas. Último nome que chegou à Gávea para desempenhar esta função, Alan Patrick preferiu o número 27. Na coletiva de apresentação do meia, inclusive, o diretor executivo de futebol, Rodrigo Caetano, afirmou que uma hora poderia ser aposentada de vez a camisa 10 para acabar de vez com a pressão sobre o número.
Colunista do LANCE!, Roberto Assaf ressaltou que vestir a camisa 10 do Flamengo é diferente do que usar outros números. Ele relembrou justamente o caso de Carlos Eduardo, que despontou no Grêmio e na Seleção antes de ir para a Rússia, não conseguindo êxito na Gávea. A responsabilidade aumenta significativamente.
Mesmo daqui a cem anos, a comparação com Zico no Flamengo sempre será feita com quem vestir ou desempenhar a função de camisa 10. Para agradar a torcida rubro-negra e ter sucesso na equipe, os candidatos ao posto (Ederson é o próximo) precisam superar a pressão com o bom futebol que foram conhecidos em outras equipes.
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