
Em estudo sobre as finanças dos clubes brasileiros, o Itaú BBA considerou que as medidas da Lei do Profut “colocam os clubes no caminho certo” mas não são suficientes para “reformular o futebol brasileiro”. Segundo o banco, o ideal para a modalidade no país é criar um plano estratégico que transforme o futebol em negócio, assim como fazem Inglaterra e Alemanha, e como vêm realizando os Estados Unidos.
Em sua avaliação sobre o Profut, o Itaú BBA aponta que as medidas são positivas em sua maioria mas que há “itens pouco efetivos”. O principal deles é o limite máximo de 80% de gastos com folha de pagamento, que o banco considera ser “inócuo como instrumento de controle” das finanças dos clubes.
Fonte: De Prima
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