
Décimo-terceiro no primeiro turno do Campeonato Brasileiro, o Flamengo tem hoje a terceira melhor campanha do returno, e com os mesmos nove pontos dos líderes Corinthians e Santos. Seria fácil creditar essas três vitórias ao trabalho de Oswaldo de Oliveira.
Mas optei em ir um pouco mais longe, fazendo outros dois cortes nas últimas cinco e oito rodadas.
E os resultados não foram diferentes. No primeiro, ainda com Cristóvão Borges no comando, o time rubro-negro já aparecia na terceira posição, com doze pontos.
E, no segundo, com o corte nas oito últimas rodadas, a pontuação sobe para 16 pontos _ média de 2pts por jogo.
E vejam que se eu incluísse uma rodada a mais neste pacote pegaria também os três pontos da vitória sobre o Grêmio, na rodada 14.
SUSTENTÁVEL
Não quero com isso questionar a capacidade de Oswaldo, nem tampouco fazer comparações tolas entre os trabalhos dos dois últimos técnicos do Flamengo.
Mas sou obrigado a dizer, com base no que se trabalha dentro e fora de campo, que a produção do time está mais ligada à maturidade coletiva do que a alterações táticas.
No máximo, um ajuste aqui e outro ali, resultado de observações condizentes de um profissional experiente, que observava de fora, sem as pressões sofridas pelo antecessor.
Allan Patrick, que não pôde jogar pela Copa do Brasil, caiu tão bem que bastou continuidade para o Flamengo se mostrar diferente.
Fonte: Gilmar Ferreira
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O foda é que fica evidente que fomos vítimas mais uma vez da falta de planejamento.
Mais uma vez começamos a disputa sem um grupo definido, montando o elenco com o campeonato andando. Às vezes dá certo, às vezes não.
Mais uma vez vamos lamentar o PÉSSIMO início, com pontos perdidos que vão fazer muito falta no final. Tem que mudar essa rotina.
almir vc ta correto, o q mais chateia e q esse planejamento deveria ter sido feito no fim do ano passado, por da reclamação do tecnico q saiu no inicio do campeonato, sem as peças de qualidade vc nao consegue chegar longe, portanto devemos ter como aprendizado agora pro proximo ano, um planejamento bem elaborado ainda mais com essa possibilidade de libertadores, devemos fazer um housekeeping no elenco e manter somente os qualificados e buscar outros novos talentos pq o mercado vai ter novas opções das series a , b, c e ate da europa, mas temos q ter isso bem definido e nao troca o pneu com o carro andando
Amigo Almir, acho que o problema dessa "falta" de planejamento, é colossal. Entramos o ano com o Luxa, que queria um elenco X e a diretoria só dava possibilidades Y. E, como o futebol brasileiro vive UNICAMENTE de resultados, a partir da queda de um técnico e a entrada de outro, muda-se filosofia, ambiente de trabalho, etc (E, claro, busca por mais reforços). O que se precisa é paciência que torcida nem o próprio futebol tem. Vide Marcelo Oliveira no Cruzeiro. Ganhou dois brasileiros seguidos e por perder vexatoriamente em casa para o River, falaram de "fim do ciclo" do treinador.
Destaque para o excelente trabalho do Rodrigo Caetano, mesmo com as peças chegando num determinado momento já urgente.