Flamengo joga com autoridade e postura de um integrante do G4

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Dizem os mais cautelosos que manter o sucesso é mais difícil que alcançá-lo. Neste domingo, em Chapecó (SC), o Flamengo tratou de fomentar sua permanência no G4, posto que conquistou ao bater o Cruzeiro, na semana passada. Em seu primeiro compromisso na condição de integrante do grupo que garante vaga na Libertadores, o Rubro-Negro não deu bola para o salto alto e mostrou fôlego para faturar a sexta vitória seguida no Brasileirão.

Com desfalques, Oswaldo fez mistério e segurou a escalação para o confronto na Arena Condá. O golaço que ajudou a garantir os três pontos diante do Cruzeiro não bastou e, contra a Chapecoense, Luiz Antonio não iniciou jogando. O camisa 15 ficou como opção no banco, numa escolha do treinador, que também decidiu recuar Everton e colocar Marcelo Cirino com a missão de substituir Emerson Sheik, fora por lesão.

Quando a bola começou a rolar, o Flamengo foi logo apresentando seu cartão de visitas para mostrar que a fome de vitórias não estava cessada. Pelo contrário, o time queria mais. Talvez acreditando no sonho quase utópico de título ou “meramente” decidido a se hospedar de vez na zona de classificação para a Copa Libertadores da América.

Correria, pegada e ofensividade pareciam ser as palavras preferidas do dicionário rubro-negro em terras catarinenses. A busca insaciável pelo triunfo teve seu primeiro resultado aos 10 minutos, quando Paulinho acertou uma bomba para fazer 1 a 0.

A partir daí, uma dose de calma e a formação rubro-negra passou a administrar o placar. Sem, entretanto, abandonar o ímpeto ofensivo. Por falar nisso, a Chapecoense, apesar de anfitriã, pouco incomodava. Nessa mistura de administração e ocupação de território, o Flamengo chegou ao segundo tento, com Canteros. Vale destacar a atuação do zagueiro Cesar Martins, participativo nos dois gols.

Por outro lado, a trapalhada de Márcio Araújo quase pôs tudo a perder, no pênalti cometido pelo mesmo. Paulo Victor, fora de sintonia, somente assistiu Bruno Rangel descontar para os donos da casa.

Aquilo que parecia ser uma vitória tranquila, levantou a preocupação do torcedor. Mas o iluminado Kayke, por ironia, um tanto quanto apagado em campo, deixou sua marca mais uma vez. Se a taça parece uma missão quase impossível, a vaga no torneio sul-americano segue em processo acelerado de construção.

Fonte: Lancenet

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