
Ocupando o meio da tabela do Brasileirão, o clima no Flamengo já é de trabalhar no planejamento para 2016. As projeções, no entanto, passam necessariamente pelas eleições à presidência do próximo dia 7 de dezembro. Assim, os três candidatos já visualizam o perfil dos treinadores que gostariam que comandassem o time na próxima temporada caso sejam eleitos.
O atual mandatário, Eduardo Bandeira de Mello, que busca a reeleição pela Chapa Azul, começou a descrever o profissional que gostaria de ver no comando do Rubro-Negro. “Na minha visão, não precisa ser um nome de grife, um salvador da pátria. Tem que ser um treinador antenado, moderno, que saiba dar treinamentos com o que há de mais moderno no futebol mundial e busque a excelência”, declarou, em debate realizado na Espn.
Mas, quando parecia que estava sugerindo uma troca no atual comando técnico da equipe, fez uma ressalva. “Isso não quer dizer que vamos substituir o Oswaldo de Oliveira, até porque acredito que ele tem todos esses predicados”, completou.
Já na opinião de Wallim Vasconcellos, da Chapa Verde, que era aliado de Bandeira na eleição no fim de 2012 e foi vice-presidente de futebol em sua gestão mas rompeu com o atual mandatário, o técnico para o Flamengo deve ter um perfil aguerrido, determinado, e a vinda de um estrangeiro que se enquadre em tal perfil é vista com bons olhos.
“Tem que ser um treinador vencedor, com sangue nos olhos, não pode ser acomodado. Tem poucos disponíveis no Brasil com essa característica. Vamos conversar com dois ou três, ouvir seus planos para o Flamengo, e escolher o técnico como uma empresa escolhe seus funcionários. Não pode ser um aprendiz. Se não encontrarmos no Brasil, podemos buscar, o mercado sul-americano tem bons treinadores, precisamos encontrar alguém com o tamanho do clube”, definiu o agora opositor.
Por último, o candidato da Chapa Branca, Cacau Cotta, que foi vice-presidente do clube durante a administração de Patrícia Amorim, defende a utilização de um treinador “da casa”, e cravou que, sob sua administração, os nomes seriam Jayme de Almeida como técnico e Andrade, campeão brasileiro no comando do time em 2009, como auxiliar técnico.
“A história do Flamengo pede treinadores caseiros. Andrade, Carlinhos, Jayme, Zagallo. Para começar, em 2015 eu já iria de Jayme com Andrade de auxiliar. Se ganharmos, ganhamos todos, mas se perdermos, eu perdi, porque assumo a responsabilidade e assim será comandado nosso futebol”, defendeu.
Fonte: Gazeta Esportiva
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O cara é uma besta mesmo, nem entendeu a pergunta:
Qual o perfil de treinador você busca para o Flamengo?
Caseiro.
Ahn???...., futebol hj em dia não atende mais por esses critérios, desculpa mas mostra incompatibilidade total com o que é amplamente vinculado como conceito de futebol moderno. Esse senhor é igualmente proporcional ao Eurico, retrocesso e derrocada!!
Defendeu o direito de gratuidade, o que é um absurdo total visto o gasto e valor do futebol praticado no país (bem ou mal), arenas de nível internacional caríssimas que ainda são geridas como se fossem de graça, abusam de um corporativismo e burocracia gerados pela ferj.
SRN
Cacau Cotta!!?? fraco, nao deveria nem ser levado a. Sério...
Fraco e discípulo dos presidentes que mentiram e exploraram o flamengo, quase levando o clube a fechar as portas.