
Paolo Guerrero é um grande jogador. Técnico, goleador, experiente e cheio de personalidade, o atacante sabe marcar gols, é um grande finalizador, se posiciona bem, tem boa técnica e briga o tempo inteiro, dando uma enorme dor de cabeça para os seus marcadores. Ele tem muita qualidade e é o grande ídolo do Peru, além de maior artilheiro de seu país, ao lado do lendário Téofilo Cubillas, com 26 tentos.
Na última Copa América, Guerrero comandou a equipe comandada por Ricardo Gareca ao terceiro lugar e foi o artilheiro da competição, com quatro gols. O peruano fez um grande torneio e depois da competição reforçou o Flamengo. Seu início no Rubro-negro foi animador, e o esperado era que a fase sensacional do atacante pelo Peru continuasse no Rio de Janeiro. No entanto, não foi assim.
O grande futebol de Guerrero desapareceu a partir de setembro. As ótimas atuações minguaram e seus excelentes números sumiram. Seu desempenho caiu de forma assustadora e ele passou a ser questionado.
No Peru, não foi diferente. Depois da Copa América, sua seleção disputou cinco partidas, e o atacante anotou apenas um gol no período, sendo realmente decisivo em apenas um jogo, na última rodada das Eliminatórias, quando deu a assistência para o gol de Farfán na vitória por 1 a 0 sobre o Paraguai. Seu único tento foi na derrota por 4 a 3 para o Chile. No período, o Peru perdeu três jogos, empatou um e ganhou apenas um. O bom futebol e desempenho da Copa América caíram justamente quando Guerrero também teve uma queda de produção. A equipe de Gareca tem apenas três pontos e ocupa o oitavo lugar das Eliminatórias.
O futebol, porém, não se resume aos números. A fase é péssima e o atacante está em baixa. O Brasil não tem feito muita coisa e está longe de encantar, tanto coletivamente quanto individualmente, e tem uma infinidade de problemas que não devem ser resolvidos com Dunga no comando. No entanto, o escrete canarinho joga em casa nesta terça-feira, em duelo válido pelas Eliminatórias, às 22h, na Fonte Nova e, apesar de tudo, tem um time muito superior ao Peru. Ainda assim, Guerrero tem qualidade para desequilibrar a favor de sua seleção. Resta ver se a má fase do atacante vai continuar ou se ele vai virar seu próprio jogo e, consequentemente, o jogo de seu país.
Fonte: Goal
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O jogador só consegue destaque se jogar em uma grande equipe. Guerrero nem era conhecido quando jogava na Alemanha e só se destacou no corinthians. É apenas um jogador esforçado e não vale o salário que ganha. Vai ficar mamando até terminar o contrato.