Hoje, conversei com Rubens Lopes, presidente da FERJ e, após o papo, fica a conclusão clara de que, se os dirigentes dos clubes do Rio não tiverem bom senso, e colocarem de lado a rivalidade burra, os torcedores vão sofrer muito neste ano que está começando.
A turma do projeto olímpico já interditou o Engenhão, que somente será devolvido aos clubes em meados de setembro, porém, em função de um acordo entre a turma do Rio 2016 e a Federação, o Engenhão será o palco das finais do campeonato estadual, com lotação plena, nos jogos programados para os dias 1º e 8 de maio. O Maracanã poderá ser utilizado pelos clubes até o último dia do mês de março, e será devolvido lá pelo dia 15 de setembro.
Em síntese, os clubes do Rio de Janeiro que disputarão a primeira divisão do campeonato brasileiro terão três opções, caso desejem confirmar o mando, jogando em casa, ou seja, no Estado do Rio de Janeiro.
As três únicas opções são: São Januário, Volta Redonda e Macaé. Aí, na pior das hipóteses, a capacidade de público seria de 20 mil pessoas. Claro que haverá a possibilidade do mando de campo ser transferido para um estádio em outro estado, só que dois problemas surgem, um físico e outro emocional. O físico é que nenhum jogador vai aguentar jogar fora de casa duas vezes por semana, com viagens desgastantes. O emocional fica por conta de cada clube abrir mão do seu “caldeirão”, ou seja, jogar no embalo e com o sopro, não de simpatizantes, e sim, dos seus torcedores do dia a dia. Exemplo: Imaginemos um Flamengo x Corinthians. Jogadores, dirigentes e torcedores do Corinthians preferirão jogar contra o Flamengo em São Januário, ou na Arena Pantanal? Claro que todos optarão pela Arena Pantanal. O motivo? Simples. Em tese, um ambiente muito melhor para o Corinthians conseguir um bom resultado. Resumo da ópera: Se é bom para o seu adversário, você já começou perdendo.
Não estou aqui para descobrir a roda, mas se dirigente do Flamengo fosse, procuraria o presidente do Vasco e tentaria encontrar uma solução para jogar, nesta emergência, em São Januário. O Estádio é bom, o gramado é ótimo, as instalações são boas. O aspecto físico do elenco estaria preservado e, no emocional, o “caldeirão” garantido. Neste momento de crise, até a rivalidade deve ser comedida. Sensibilidade, mais do que nunca, é preciso ter…
Fonte: Kleber Leite
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Que mané jogar em São Januário o cacete, arregar pro Eurico. Os vices vão querer jogar isso na nossa cara pro resto da vida.
De que adianta preservar o aspecto físico e emocional (como citados no texto) em troca de um prejuízo institucional e moral gigantescos. Não, não mesmo.
Ou arrumam instalações provisórias em algum estádio do RJ ou vai pra fora da cidade ou do estado. Fazer o que, é o que tem pra hoje.
Eu apostaria em um projeto no estadio de campo grande. Tem espaço, é muito bem localizado proximo do trem e varios ônibus e vai custar tanto quanto instalações provisórias na ilha do governador. Podendo até futuramente receber um aporte maior e se transformar em um Caldeirão para 35.000 pessoas...
VAI TOMAR NO CU KLEBER LEITE, A NAÇÃO NUNCA IRIA A JOGO EM SÃO JANUÁRIO!!!!
EU SÓ VOU SE VOCÊ FOR DE ESCOLTA NA FRENTE, QUE AI A BACALHOADA TE MATA E JÁ RESOLVE METADE DO PROBLEMA!!!!
SRN
Esse veado velho perdeu o juízo! Estelionatário FDP!
Kléber Leite vai mamar na teta do touro. Devolva o dinheiro p o clube seu ladrão. Seu lugar é no xadrez junto c o Rubens Lopes.
Pra varias o Kleber Leite advogando para a Ferj e a sua corja...