Depois de quase 11 anos, São Januário voltará a receber, neste domingo, o clássico das duas maiores torcidas do Rio. Uma boa oportunidade para o Vasco manter o ótimo retrospecto do ano passado contra o rival e, para o time, o primeiro teste de fogo na temporada, após vitórias sem futebol convincente contra Madureira, América e Volta Redonda.
Até a noite desta quinta-feira, porém, a procura por ingressos ainda estava tímida: dos 21.300 da carga total (incluindo gratuidades), pouco mais de 5 mil haviam sido vendidos. À torcida do Flamengo cabem 1.900 entradas, e o ponto de venda é a sede vascaína da Lagoa, na Av. Borges de Medeiros. Para a torcida da casa, são 14 mil bilhetes de arquibancada e 3.500 de sociais, e a expectativa da diretoria é que todos se esgotem até amanhã, nas bilheterias de São Januário, no Calabouço ou nas lojas Gigante da Colina, sempre das 10h às 17h — a pedido da polícia, não haverá venda de ingressos no dia do jogo.
O Ministério Público (MP) do Rio notificou ontem a Federação de Futebol (Ferj) solicitando a mudança de local da partida, aludindo ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelo Vasco em 2011. AFerj confirmou São Januário como local de jogo, e o Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe) afirmou que o estádio tem condições para o clássico.
— O Vasco cumpriu medidas do TAC de 2011, como tirar salas reservadas a torcidas organizadas em São Januário e reservar um espaço para o Gepe de monitoramento, com visão total do estádio. Além disso, São Januário conta hoje com os demais laudos necessários. Por parte da PM, está apto a receber o jogo — afirmou o major Silvio Luiz, comandante do Gepe. — O mais determinante para a segurança do jogo é a disposição dos torcedores de não irem para brigar. Num recente Vasco x Fluminense, foram presas mais de 100 pessoas no Engenhão, um estádio considerado muito seguro.
A polícia vai reeditar no clássico o mesmo esquema do jogo entre Vasco e Corinthians no ano passado, considerado de risco, e que transcorreu tudo bem. Serão 250 homens do Gepe para a escolta das organizadas e para o policiamento interno de São Januário e mais de 200 policiais do 4º Batalhão (São Cristóvão) atuando na segurança no entorno. No total, a média aproximada será de um policial para cada grupo de 45 torcedores.
— A CET-Rio vai fechar ruas próximas, e só chegará ao estádio quem tiver ingresso. A prefeitura vai cuidar que ambulantes não vendam garrafas de vidro, e os quiosques no entorno do estádio estarão fechados, pelo mesmo motivo — explica o major Silvio Luiz.
Fonte: O Globo
O que disse Emerson Royal após classificação do Flamengo para a semifinal da Libertadores? …
Quem são os últimos remanescentes da geração de 2019 no Flamengo Arrascaeta e Bruno Henrique…
Equipe comandada pelo ex-técnico do Flamengo bateu o Lens (FRA) por 2 a 1 nesta…
Quando serão os jogos entre Flamengo e Estudiantes (ARG)? O Estudiantes (ARG) é o adversário…
Negociação entre Flamengo e Sharjah FC, dos Emirados Árabes, foi confirmada na tarde desta sexta-feira…
Sornoza, jogador do Del Valle (EQU), contou que o goleiro pediu desculpas ao grupo no…
Ver comentários
"O mais determinante para a segurança do jogo é a disposição dos torcedores de não irem para brigar." É para rir? Palavras do major do gepe, responsável pela segurança no clássico de domingo. Veta logo as torcidas e autoriza o jogo com portões fechados, MP!!
Deve ser amigo do Charuto.
A torcida do Vasco já tá marcando covardia na net, de não deixar os torcedores do Flamengo passarem.