O jogo, quase em casa, até porque a distância do Rio era mínima e, como sempre, a torcida em Juiz de Fora toda rubro-negra (a original). Curioso que dava para contar o número de torcedores do adversário. Cinco testemunhas…
Não bastasse o já colocado, o adversário vindo de derrota contundente para o Coritiba e, com ambiente tumultuado, com a confiança lá embaixo. Enfim, antes do jogo, tudo remava à favor.
Aí, veio o jogo e, novamente os erros de sempre, em que a falta de criatividade foi, mais uma vez, flagrante. Aliás, entrevistado ao final do jogo, Paulo Vitor disse exatamente isso respondendo ao repórter que perguntou o que faltou ao time. A resposta, em uma única palavra: criatividade.
No fundo, estamos diante daquela situação: Se correr, o bicho pega. Se ficar, o bicho come.
O que quero dizer? Simples. Muricy, e com razão, em função das inúmeras viagens – que realmente desgastam – é obrigado a mexer no time poupando alguns jogadores. Com isso, num elenco limitado, abre mão de ter um coletivo melhor, que poderia de alguma forma compensar a falta de talento.
Perdemos a oportunidade de chegar à mais fácil final entre todas as competições programadas para este ano.
Panorama sombrio. Complicado…
Fonte: Kleber Leite
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