Noite de primavera na bela Volta Redonda. Arquibancadas tomadas pela multidão que sorriu do início ao fim, em mais um massacre do nosso Flamengo. Tonto, pasmo, o adversário não teve vez. Coube a ele aplaudir o baile do único rubro-negro do planeta. Mais uns 3, 4 jogos e vai ser difícil tirarem o hepta da gente.
Tá, talvez não seja nem tenha sido assim. Mas, de novo, testemunhamos a grande mudança desde a subida de Zé Ricardo ao time principal: o Flamengo agora ganha. E ganhou com um futebol melhor do que o apresentado no último domingo, contra a Ponte Preta.
Apesar do 0x0, o primeiro tempo foi bom, dos melhores do Mengo no ano. No 4-4-2, sem invenções malucas, impusemos nosso jogo. Chances foram criadas e o gol só não saiu porque Mancuello não estava calibrado, ou porque Vizeu não quis gastar duas vezes na mesma partida a cabeçada fatal. Preferiu testar com o ombro. Marcelo Cirino atravessa séria crise de relacionamento com a bola, brigaram o tempo todo, e as boas intenções do atacante ficaram só em pensamento. A zaga fez o feijão com arroz, embora César Martins tenha alternado grandes intervenções com calafriantes patacoadas. Cheio de espaço, Rodinei deitou e rolou pra cima dos deles. Faltou só a assistência para coroar a atuação do nosso esforçado lateral, o melhor em campo nos 90 minutos.
A segunda parte foi abaixo. Éverton entrou no lugar de Mancuello e voltamos ao 4-3-3. Ativo no primeiro tempo, Alan Patrick ficou mais escondido, e as múltiplas chances se reduziram. Não a ponto de o placar permanecer inalterado. A cabeçada consciente de Willian Arão encontrou a fatal de Felipe Vizeu. 1×0, vitória flamenga. Ou melhor, triunfo.
Professor Zé Ricardo foi bem nas demais mexidas. Sacou o errante Marcelo Cirino para a entrada de Gabriel. Mais tarde, tirou Alan Patrick, cansado, colocando Cuéllar para reforçar a marcação. Aliás, espero que o colombiano tenha ficado na reserva para se curar 100% da lesão. Tem de ser titular, por mais que Márcio Araújo esteja fazendo a cabeça de alguns com essa história de “maior ladrão de bolas do Fla”. Com a vantagem no marcador, tivemos contra-ataques, desperdiçamos todos. Muitos antes de a bola chegar perto da área adversária. Por sorte, desta vez não rendeu dor de cabeça.
No final das contas, mais 3 pontos, mais uma vitória e, mais do que nunca, a dúvida: O que fazer com Zé Ricardo?
Nos últimos dias, criticou-se a diretoria pela falta de posicionamento em relação ao treinador. Claramente, ele será mantido interino até o time deslanchar ou tropeçar seguidas vezes. Bandeira, Godinho e cia agem de maneira correta.
Não há opções convincentes no mercado e qualquer uma delas custará muito mais que Zé Ricardo. Ao mesmo tempo, seria irresponsável cravar a efetivação de alguém sem experiência no comando de uma equipe profissional. O caminho foi e é testá-lo. Inicialmente, sem cobranças, sem grandes responsabilidades. Primeiro passo: incentivo e depósito de confiança. Assim tem sido.
Zé é visto pelos jogadores como tímido. Após a partida, disse não querer estar à frente do grupo, e sim ao lado. Zé tem dois jogos e duas vitórias no comando do Flamengo. Zé tem pela frente o maior desafio da carreira: o Palmeiras, no Mané Garrincha.
É hora de dar o segundo passo. Uma breve conversa, tomada pelos cartolas, resolve. “Olha, Zé. Se ganhar a próxima, você fica. Não que vá perder sua chance, se não vencer. Mas, se ganhar, o emprego é seu.”
Zé tem anos de Flamengo, Zé tem a história a favor. Carpegiani, Carlinhos, Andrade, Jayme. Todos vieram do coração do Flamengo para comandar um Flamengo vencedor.
Zé tem a oportunidade da vida. Torçamos por Zé.
Fonte: Nosso Flamengo
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Sinceramente, espero que ganhe. Mas o Palmeiras é um dos adversários mais dificeis do campeonato. Nao podemos esperar vitória certa e nem condenar o Ze em caso de derrota. Nosso time ganhou, está adquirindo confiança, esta formando uma cara, mas ainda é cedo demais pra botar pressão no comandante. O Ideal é conseguir o máximo de pontos possiveis e alcançaveis como esses de Ponte Pretas e Vitorias nesse inicio de campeonato enquanto o time vai ganhando identidade. Nao podemos nos iludir e achar que ja temos um time redondo e pronto pra ganhar tudo. Força Zé, a nação está contigo e temos confiança no seu trabalho. Aproveite o Apoio que não é todo dia ue essa nação banca alguem kkkk
SRN!!!
Tite começou sua carreira treinando pequenos times gauchos. (guarany, caxias veranópolis, etc) Resumindo, era um ninguém. Até que em 2000, dirigindo o caxias foi campeão do gauchão vencendo o grêmio que contava com o ronaldinho gaucho e claudio pitt-bul. Com isso foi contratado por um time médio porte de maior visibilidade: o mesmo grêmio que vencera. No grêmio conquistou a copa do brasil de 2001.
Nos dias de hoje, 15 anos depois. Zé Ricardo foi campeão da Copa são paulo com um time que sabia o que queria e com um padrão tático definido. Vencendo a final que tinha o placar desfavorável de 2x0. Aposto que quando aquele primeiro tempo acabou muitos não acreditaram. Mas esse técnico e aquela equipe foram campeões.
Como interino Zé Ricardo, e visto como um estudioso do futebol, promotor de um futebol tático e moderno. Muitos não acreditaram mas o professor venceu os dois primeiros jogos e com gols de jogadores que foram treinados por ele na base. Coincidência? Eu vejo como um sinal. Vejo o zé ricardo com muito mais potencial que o tite quando começou.
Sei que o FLAMENGO não é qualquer time médio porte. É simplesmente o protagonista do Brasil. Mas essa pesquisa ao lado não me deixa mentir. Até o momento a aceitação de Zé Ricardo só cresce. Ele é o futuro. Vamos acreditar nação. estamos vivendo o início de uma era. Pode está começando tímida, mas nós veremos. pode me cobrar.
E, Zé Ricardo já, já, já. Zé Ricardo Jáaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. SRN
Zé Ricardo para Presidente da República!
Oh velho acho q qqer rubro negro que coloque o manto va para o horario politico, seja de direita e lute para a construção do estadio do maior do mundo ganharia ou pra federal ou pra estadual. o problema e virar corrupto profissional, depois.
Acredito que o elenco esteja tecnicamente entre o 3 e o 5;
Ocorre que estamos praticamente um semestre atrasados, pois nossa pré temporada talvez não tenha sido aproveitada como deveria, então caímos para 4 a 6;
Ocorre também que não temos estádio e coisa e tal, caímos para 5 a 7;
Mas, já paramos de perder para times pequenos (que é o que eu mais esperava do Muricy e justamente o ponto que mais me decepcionei) e num campeonato longo e cheio de percalços, isto já tem o poder de nos levar para o 3 a 5 de novo;
Daí teremos uma melhora técnica, que certamente virá, fazendo-nos subir para 2 a 4;
A janela de transferência está aí e promete muito, assim como a inserção da base também, alçando-nos a 1 a 3;
Por fim, a Nação entrará em cena, ainda que sem o estádio, alçando-nos a 1.
Cientificamente irrefutável.
totalmente irrefutável e depois de hoje vejo: paramos de perder para times pequenos, ganhamos do cruzeiro (contra o figueira foi acidente de percurso afinal o gatito agarrou muito e era dia dos 100 anos do clube e os jogadores fizeram o pacto da vitória) estamos vivendo atualmente a melhora técnica, afinal com a vitoria hj que nao ocorreu por detalhes estariamos em 4. Sexto é a margem de erro. A sua teoria esta sendo demonstrada.
Os dados estão sendo reanalisados, não havia sido inicialmente prevista na equação a insistência em MA, o retorno de Sheik e Pará e nem o banco de Mancuello e Cuellar; A inserção da base também parece estar um tanto descartada;
Está agora entre 2 a 4 ou novamente 3 a 5.