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Depois da boa estreia, o que o Fla pode esperar de Réver?

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A estreia de Réver pelo Flamengo não poderia ter sido melhor. O zagueiro foi soberano na defesa e desisivo no ataque marcando o gol da vitória rubro-negra sobre o Cruzeiro dentro do Mineirão.
Mais do que isso, Réver acendeu nos torcedores a chama da esperança, esperança de ter na defesa um verdadeiro xerife.
Em forma e livre das lesões o jogador já mostrou que pode ser muito útil a equipe. Experiente e com perfil de liderança, o zagueiro pode solucionar um velho problema da defesa, as bolas áereas.
Tanto na zaga quanto no ataque o Flamengo sofre com esse tipo de jogada. Leva muitos gols de bolas alçadas na áerea e marca poucos gols de bola parada. Deficiencia que vinha prejudicando demais as pretensões da equipe.
Mas o que de fato o torcedor pode esperar de Réver?
Com 31 anos, o zagueiro ainda tem lenha para queimar, mas precisa encontrar o equílibro com o corpo para que não sofra com as lesões que o atormentaram nas últimas temporadas.
É preciso também que a equipe de especialistas do clube trabalhe o atleta de forma diferenciada, com mais atenção. E que o jogador não sofra sobrecargas e uma grande sequência de jogos.
(Foto: Gilvan de Souza/ Flamengo)
No elenco, o Flamengo tem o jovem e promissor Léo Duarte que pode vir a fazer um rodízio tanto com Réver quanto com Juan, que com idade mais avançada não aguenta uma sequência muito grande.
Se conseguir encontrar o equílibrio, o Flamengo só tem a ganhar com o jogador que é vitorioso e decisivo. Mas que a euforia da estreia não deixe que nem atleta e clube percam o foco na necessidade de atenção sobre as lesões.
A estréia de Réver tem semelhanças com a estreia dos dois últimos zagueiros que conquistaram o torcedor do Flamengo.
Fábio Luciano, o xerife, como é conhecido pelos rubro-negros, chegou ao clube em 2007 com 32 anos e logo em sua estreia, de cabeça, marcou o primeiro gol da equipe na vitória sobre o Náutico, pelo Campeonato Brasileiro. Demonstrando personalidade e liderança conquistou os torcedores e virou ídolo mesmo sem grandes conquistas.

(Foto: Getty Images)
Ronaldo Angelim, que marcou o gol do hexacampeonato, título que o Flamengo não conquistava há 17 anos também deixou sua marca na primeira vez em que entrou em campo com a camisa do Flamengo.
(Foto: Getty Images)
Na estreia de Angelim, no Campeonato Carioca de 2006, o jogador recebeu cruzamento de Renato Abreu e balançou as redes na vitória rubro-negra por 4 a 2 sobre o Américano.
Com 13 pontos o Flamengo ocupa o sétimo lugar na tabela de classificação, e encara o São Paulo, no próximo domingo (19), às 16h, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro.

Ver comentários

  • É por isso que o cara senti a pressão e n vai bem, o cara fez 1 JOGO, repetindo, 1 JOGO e já querem puxar comparações com 2 grandes zagueiros da nossa história, ai na primeira falha dele o discurso já muda. Peço que tenham paciência e parem com essas matérias que são no mínimo ridículas. SRN

  • O Rever é um zagueiro experiente e campeão. Tinha uma ótima regularidade até sofrer com as lesões, mas tem tudo que precisamos no momento: liderança, experiência e não afina na pressão. Acho que foi uma ótima contratação e espero que a galera do fisioterapia e do centro de excelência coloque ele em 100% porque ai teremos um zagueiro de respeito e que coloca todos os últimos que tivemos no bolso.

    Aproveitando, tenho gostado do Rafael Vaz, segunda partida que joga bem e mostra que é ótimo no desarme e nas bolas ofensivas. É incrível como dois bons zagueiros conseguiram arrumar a zaga e fizeram até com que o Jorge subisse de produção.

    Agora só falta arrumar o meio de campo e acho que a diretoria tinha que trazer um meia armador de respeito porque é a única coisa que falta para o time ficar bem armado, pelo menos no papel.

    No mais, a escalação deveria ser um 4-4-2 com: Muralha, Rodiney, Rever (Vaz), Juan (Leo Duarte), Jorge, Cuellar, Mancuello, Arão, Alan Patrick, Cilixo (Sheik) e Vizeu ou Guerrero. Acho que o time pode dar liga, mas não no 4-3-3.

    • Sheik daria muito certo jogando no 4-4-2, ele e guerrero flutuando no ataque, foi assim no corinthians, e cá entre nós, o sheik tem muita lenha pra queimar ainda mesmo tendo 37 anos, quando o time se encaixar bem veremos que ele é importante.

  • A melhor característica do Rever é que não gosta de perder nem par ou ímpar.

    Nem ele, nem o muralha.

    Ambos gritam, chamam a atenção, enfim, estávamos precisando disso.

    O time estava muito apático.

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