Além da derrota no quarto jogo das finais da NBB para o Bauru por 94 a 81, o Flamengo saiu de quadra com um problema a mais. O fisioterapeuta do time, Ricardo Machado, voltou para casa com outras marcas.
Não foi só a queda sobre as cadeiras durante a confusão no jogo que deixou Ricardo machucado. O fisioterapeuta revelou que, ao perceber que um torcedor o atingiu no braço, ele tentou voltar para a quadra e reclamar com a arbitragem, mas foi contido por seguranças. Tentando voltar, ele contou ter recebido uma descarga elétrica no corpo por um suposto segurança que estava trabalhando no local.
“Tudo começou com uma falta técnica que foi dirigida para o banco. O banco fez uma reclamação, e a falta técnica foi direcionada para mim. Num segundo momento, eu fiz uma segunda reclamação quanto ao critério da arbitragem, e o (árbitro) Cristiano Maranho me deu uma segunda técnica. Fui expulso do banco. Quando eu estava me encaminhando para o vestiário, batendo palmas, olhando para o chão, um dos torcedores me deu um empurrão nas costas, fiquei revoltado com isso, fui comunicar ao Vermelho, delegado da partida, o ocorrido. Ao fazer isso, alguns seguranças vieram, me puxaram, me jogaram nas cordas e na cadeira lateral. Você pode ver como eu fiquei nas costas. Um terceiro segurança, de jaqueta preta, veio e me deu um choque na barriga. Nunca tinha tomado um choque, fiquei um pouco desorientando e bem assustado. Minha sorte que, quando caí no meio dos torcedores do Bauru, nas cadeiras, vieram os jogadores e a comissão técnica (Flamengo) e separaram. Fiquei com medo de levar um segundo choque ou ser chutado”, contou Ricardo Machado para o GloboEsporte.com.
O exame de corpo delito ainda foi considerado, mas acabou não sendo realizado, algo que nem o próprio fisioterapeuta sabe explicar o porquê. Os dirigentes do Bauru também não o procuraram para dar qualquer explicação ou pedir desculpas. Ricardo agora quer ver o próximo jogo lotado para uma disputa pacífica:
“Tenho certeza que no sábado, a torcida do Flamengo, a Nação, vai lotar a Arena Carioca 2, vai fazer daquilo um caldeirão rubro-negro. Também tenho certeza que o supervisor André Guimarães vai fazer o trabalho que ele fez nos jogos 2 e 3, dando total suporte e tranquilidade para todos entrarem na quadra e desempenharem seu melhor, tanto Bauru quanto o Flamengo. Não quero criar nenhum clima, só quero que as coisas melhorem. Para, no futuro, quando formos jogar lá, que as coisas melhorem. Que o título seja decidido na quadra”.
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Estes paulistas de Bauru FDP querem ganhar este campeonato na marra. Mas não vão.
Quanta intolerância.
Observo muito o esporte (todos em que participamos, de massa) e principalmente sou aficcionado em observar o extra campo (no campo de jogo mesmo) e pela TV, pois sou de SC e ao vivo não tem como.
Márcio Braga faz muita falta ao esporte do FLA.
Explico: nosso time de futebol é medíocre (e a tempos) e nosso basquete é gloriosos e vitorioso, mas todos os dois padecem de uma má vontade coletiva da imprensa de todos os cleros (Rede Bosta e cia Ltda) e PRINCIPALMENTE de arbitragens medíocres também.
No basquete é risível em certos jogos, tem um árbitro que é um SEMI DEUS (tipo o Deus Moro de Curitiba para os tapados em geral), quando erra (sempre contra...) e toma uma apertada dos jogadores ou o Neto (quando permite uma argumentação) sempre argumenta a mesma baboseira: "só apito o que eu vejo......"..
No futebol então....time medíocre, vontade de correr mais medíocre ainda e a arbitragem deita e rola (por que até para peitar juiz nossos profissionais não tem vontade).
Então por que saudades de Márcio Braga?
Nos tempos dele o futebol do FLA não erra roubado na cara dura não, botava a boca no trombone, condicionava a CBF, vetava os árbitros ladrões ou os colocava sob suspeição pela imprensa....hoje nada....lá as vez em quando uma notinha oficial...