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Craque, o Flamengo faz em casa! Ou deveria…

Fábio Monken
Fábio Monken
Publicação: 27/09/2016
23 Comentários
Atualização: 27/09/2016
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Salve, salve, Nação Mais Linda do Mundo!

Hoje estou de volta para tratar de um tema tão polêmico quanto de extrema relevância para o Mengão: “A PRATA DA CASA“!

É unânime que a garotada da base é de suma importância para o futuro de qualquer clube, e não podemos deixar de lado as boas promessas formadas no Flamengo. Embora ultimamente estes garotos não tenham sido lançados com a frequência com que se deveria, há opiniões diversas sobre o melhor aproveitamento da base rubro-negra. Existem os defensores da utilização dos jovens da base em detrimento à contratação de atletas medianos mais velhos (para compor o elenco). Também os que pleiteiam a entrada gradual dos meninos ao longo das competições. Há também os que acham que deve-se primeiramente formar os atletas por completo para, após, serem alçados ao time principal de uma só vez.

Na minha opinião, TODOS têm um pouco de razão. A mescla dessas ações é fundamental para que a base se desenvolva e o Flamengo passe a colher os frutos deste árduo, exaustivo trabalho de longo prazo para que possa bradar aos quatro cantos o tão badalado jargão: “CRAQUE, O FLAMENGO FAZ EM CASA“!

Podemos destacar diversas observações e pontos pertinentes para que essa virada se dê o mais breve possível. Há ações simples a serem implantadas. Ações essas que podem surtir efeito imediato, mas que também serão vistas como medidas impopulares e autocráticas pelas partes afetadas e, principalmente, pela imprensa oportunista. Defendo esse ponto de vista remetendo ao tempo em que se cortaram os gastos de forma peremptória no início da gestão de Eduardo Bandeira de Melo.

Outrora, através da análise dos balanços por uma firma de auditoria séria e competente, foram identificados os “vilões” da abundante sangria no orçamento do clube e os setores em que o
torniquete” deveria ser aplicado para a cessão imediata destes gastos pródigos. Todos lembramos como foi a repercussão destas ações, quando a diretoria atual foi taxada de imoral, insensível, elitista e até mesmo (pasmem amigos) incompetente. Mas TODOS (principalmente os céticos) puderam ver, posteriormente, que as iniciativas e os cortes foram, em sua grande maioria, feitos nos lugares certos e as atitudes tomadas mostraram-se extremamente eficazes na contenção dos vazamentos contumazes
do erário flamengo, haja vista a franca evolução econômico-financeira atual do clube, alçado ao meritório protagonismo perdido nas décadas passadas através de más administrações, medíocres e improbas, protagonizadas pelas antigas diretorias do Mais Querido.

Se hoje temos excelência em gestão, inclusive premiados pelos mais diversos institutos econômicos brasileiros e mundiais, tornando-nos clube modelo em reestruturação para estudos e teses em diversas universidades mundo afora, não é por acaso. Isso demandou, e ainda continua demandando, uma brusca mudança no rumo da gestão clubística rubro-negar, passando pelos diversos setores com a reestruturação, inclusive da mentalidade da classe dirigente, cujos quais quebraram diversos paradigmas mudando o estatuto do clube para que a filosofia não se perdesse e os futuros gestores não jogassem por terra todo esse árduo trabalho de reerguimento. Agora, estatutariamente, todos os mandatários respondem pela improbidade econômico-financeira do clube colocando como garantia seu patrimônio enquanto pessoa física.

Essa mudança de patamar e, principalmente, de mentalidade PODE e DEVE ser implantado na base. Os dirigentes devem ter isso como premissa para que o Flamengo continue crescendo como clube formador. Estamos começando a evoluir nessa área. Devemos ressaltar que tivemos pontos positivos neste início de trabalho, como o reconhecimento pelo Governo Federal como clube formador (o que nos traz diversas vantagens econômicas e sociais) e pelo início das obras no Ninho do Urubu (com final previsto para 2018) para o desenvolvimento dos atletas. Mas devemos pensar muito maior, principalmente quanto à atitude e o cuidado a serem tomados com nossos jovens atletas.

Acredito que deva haver um choque no tratamento da base, uma espécie de BLINDAGEM. Primeiramente devemos afastar os empresários e agentes de dentro do Ninho do Urubu (lugar de empresário é na casa de seus atletas). Campo de treinamento é SAGRADO e inviolável! Local onde os treinadores deve sentirem-se à vontade para tomar as atitudes livremente e realizarem o treinamento sem interferências externas ou pressões psicológicas, de A ou B, por estarem sendo vigiados pelos “donos dos atletas”. Chega de ficarmos nas mãos dessas pessoas inescrupulosas onde, muitas das quais, olham só para o seu “ATIVO” (jogador) em detrimento ao todo. Em sua grande maioria os garotos são mal assessorados e, como são muito jovens, alta e negativamente influenciados por esses agentes, que vão incutindo na cabeça dos rapazes que só a titularidade serve, para que ele tenha exposição na mídia e seja posteriormente sondado por algum clube do exterior, rendendo bons frutos a esse empresário inescrupuloso e mal formador.

Aliado a isso, devemos ter psicólogos, assessores e treinadores atuando como verdadeiros “sargentos” e disciplinando estes jovens atletas no trato diário (jogador de base não pode se dar ao luxo de ficar deslumbrado). Estes profissionais devem estar orientando-os a procurarem o bom e reto caminho e fazendo com que eles deem muito mais atenção ao treinamento e ao desenvolvimento de suas carreiras futebolísticas do que ao lado midiático da coisa. Tem jogador na base (e também muitos no profissional) que cuidam mais de seu visual e de sua exposição pessoal (vide tatuagens, cabeleireiro, salão de beleza, mídias sociais, etc.) do que dos aperfeiçoamentos técnico e tático nesse período de aprendizagem, onde os treinamentos diários e as exaustivas e intermináveis repetições dos fundamentos são de extrema relevância na formação dos atletas. Fundamentos estes que farão muita falta no decorrer de suas carreiras, inclusive sendo quesito de mensuração técnica para que suas carreiras sejam alavancadas ou não ao patamar internacional.

Além desses fatores, deveríamos ter espalhada pelo Brasil uma rede de escolinhas para formação e captação de novos atletas, onde atuariam, trabalhando uniforme e concomitantemente, ex-atletas e educadores físicos, unindo as experiências técnicas, táticas e teóricas dentro do futebol. É necessário também que estes profissionais sejam éticos e plenamente capazes de separar a razão da emoção, para não acontecer de termos elencos recheados com filhos de ex-atletas e apadrinhados por eles; jovens com qualidade extremamente duvidosa, carregando o peso de nomes famosos nas costas, o que já pôde ser observado diversas vezes em momentos não tão distantes em nossas categorias inferiores.

Seguindo esses preceitos de formação lúdica, captação digna de jovens atletas, orientação sócio-cultural, acompanhamento psicológico esportivo e profissionalização no trato diário, aliados à estrutura de excelência que teremos num futuro breve em nosso querido Ninho do Urubu, aliado a um vultoso e significativo aporte orçamentário futuro, acredito que em pouquíssimo tempo já estaremos colhendo os frutos deste trabalho com a garotada. Frutos estes capazes de revelar jovens atletas prontos a integrar o elenco principal e consequentemente auferir grandiosas receitas (e não míseros trocados) nas posteriores e inevitáveis vendas desses meninos para o futebol internacional (sim amigos, essa é uma realidade da qual não podemos nos furtar).

Nosso eterno lema é esse: “Craque, o Flamengo faz em casa”! Isso nunca foi tão importante! Nunca foi tão urgente! Em tempo algum pudemos observar a atual excelência em que o clube está alçado a nível estrutural e financeiro. Podemos e DEVEMOS aproveitar essa tendência e, ainda, buscar o aperfeiçoamento constante para que essa qualidade formadora se perpetue e possamos também, “in perpetuum”, sermos modelo de gestão profissional na base do futebol nacional, quiça mundial!

Saudações Rubro-Negras a todos!!!
O Flamengo simplesmente é!

Fabio Monken

Assuntos:Basecasacraquedivisão de basedivisões de baseFlamengogarotadagarotosjunioresmolecadaninho do urubu
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23 Comentários
  • Almir Ribeiro disse:
    27/09/2016 às 17:49

    Do que adianta revelar então…agora tem que ter coragem e colocar o garoto para jogar. Com planejamento adequado: colocar o garoto dentro de um time formado, esquema definido, para ir se firmando aos poucos e não como solução. Eu mesmo fico preocupado com essa geração: Matheus Sávio, Paquetá, Ronaldo, Vizeu…
    *Em termos econômicos mesmo, é a saída, revelar os CRAQUES e vender, fora os resultados para o time, em fim…há tempos não vejo um “craque no Flamengo”, só as promessas…

    Reply
    • Nick Sousa disse:
      27/09/2016 às 17:50

      O craque está no sub 17 e se chama Vinícius Jr

      Reply
      • Almir Ribeiro disse:
        27/09/2016 às 17:53

        Amigo, ainda é uma “promessa”, me refiro a jogador mais “prontos” para a equipe principal entende. POTENCIAL, tem: M.Sávio, Paquetá, Ronaldo…esses já estão mais preparados. Mas foi bem lembrado. SRN.

      • Nick Sousa disse:
        27/09/2016 às 17:55

        ata

      • Rodrigo Andrade disse:
        28/09/2016 às 10:13

        O Vinicius já jogou algumas partidas pelo sub-20, fez até gols.

    • Fabio Monken disse:
      27/09/2016 às 18:52

      Exatamente Almir, muito boa a sua colocação. SRN!!!

      Reply
  • Seno disse:
    27/09/2016 às 17:51

    Cara, pelo seu texto dá pra ver que você não tem a mínima ideia do que tá falando.

    O Flamengo já tem uma rede de escolinhas, pra começo de conversa. Também tem psicólogos e etc. Tem muito a melhorar na estrutura de formação de atletas, mas já é o segundo do RJ em investimento (atrás só do Fluminense).

    As sugestões que li no seu texto quando já não são verdades (o que revela desinformação), são só generalistas ou um tiro no pé. Esse lance do empresário por exemplo, se você faz isso de proibir os caras, corre o risco dele levar uma grande promessa pra outro clube.

    Enfim, formação de atletas é um tema super complexo, num clube do tamanho do flamengo, mais ainda. E foi abordado como fazer um churrasco.

    Reply
    • Fabio Monken disse:
      27/09/2016 às 18:51

      Ok. Obrigado pela sua participação. Divergência de opiniões são sempre salutares. O que importa é tentarmos fazer o Fla cada vez mais forte.
      SRN!!!

      Reply
    • Fabio disse:
      27/09/2016 às 22:30

      Eu concordo em partes, não com a totalidade com que o colunista disse. Concordo que uma blindagem é importante. E se o Flamengo fizer por onde, for o TOP, tem sim a autonomia pra determinar limites. Na sua casa, entra qualquer um? Vc não cria suas regras de convivência para os visitantes? Isso de que o atleta vai procurar outro clube, tanto faz na minha opinião. O cara prefere colocar o jogador dele no Flamengo, ou no Vasco? A instituição Flamengo é gigante, e hoje é referencia de profissionalismo no futebol brasileiro. Se o jogador não se enquadra, e prefere seguir o empresário e jogar em clube semiprofissional, que vá… Não é o perfil que o Flamengo quer formar de jogadores na sua base. O Flamengo não pode e nem deve ser refém de jogador algum, muito menos um zé ninguém com potencial pra ser um bom jogador mas que ainda não é realidade.

      E sobre o argumento do colunista ser raso, na sua opinião, você poderia então acrescentar mais como funciona essa rede de escolinhas do Flamengo espalhadas pelo país? Como os atletas são selecionados? São franquias? Qualquer um pode ter uma? Quantas são? Como é a base do Flamengo hoje? Quantos tem contrato? Quantos tem empresários? Aonde encontramos essas informações?… Você menosprezou a argumentação dele, mas foi fraco nos seus argumentos… Você deveria ser me os arrogante se quiser ser ouvido.

      Reply
  • Nick Sousa disse:
    27/09/2016 às 17:51

    As matérias desse colunista são muito boas, super completas e detalhadas e sempre com boas ideias, mas podia ser menor, a gente cansa de ler na metade. SRN

    Reply
    • Almir Ribeiro disse:
      27/09/2016 às 17:53

      Verdade.

      Reply
      • Fabio Monken disse:
        28/09/2016 às 14:09

        Valeu a força galera! Nós, do coluna, queremos sempre trazer conteúdos relevantes e bem embasados para que a galera fique sempre bem informada. TMJ!!! SRN!

    • Fabio Monken disse:
      27/09/2016 às 18:50

      KKK Valeu Nick. Pelo elogio e pelo feedback. Como eu falo basicamente de assuntos um pouco mais complexos, tenho a necessidade de me alongar um pouco mais do que os outros colunistas, mas vou tentar melhorar nesse quesito. Continue nos acompanhando. Tamo Junto! SRN!!!

      Reply
      • Fabio disse:
        27/09/2016 às 21:56

        Fábio, xará… Eu acho que você não deve mudar, eu consegui ler todo o seu texto, e prefiro ler uma opinião bem argumentada do que um texto raso, e quanto mais conteúdo maior é o valor que você agrega à página. Na Globo tem um rapaz, que esqueci o nome que publica de forma bem acadêmica sobre situação financeira dos clubes e eu adoro ler e acompanhar.

  • Pablo Caiado disse:
    27/09/2016 às 19:32

    Vou esperar passar no Netflix

    Reply
  • André N. disse:
    27/09/2016 às 19:45

    Fábio, muito legal levantar esses desafios.
    Como forma de contribuição os problemas/desafios que eu vejo hoje são:
    1. Muitos desses empresários são os próprios pais ou tios dos jogadores;
    2. Estes querem qualquer oportunidade de salto social e econômico imediato;
    3. O Flamengo tem de se firmar como instuição a ser desejada – uma espécie de Barcelona da época do Ronaldinho Gaúcho onde pagava para expor na camisa o título Unicef – para que possamos tentar resgatar a ideia da garotada querer fazer parte desse grupo (Tenho plena consciência que no mundo de hoje essa é uma tarefa bem complexa e difícil);
    4. Na nova estrutura para as divisões de base seria muito importante que tivesse uma escola lá dentro para que os garotos pudessem continuar seus estudos até completar o segundo grau pelo menos. O investimento na sua formação como cidadão é fundamental;
    5. O Flamengo deveria buscar fazer uma parceria com algum time Europeu para que os jogadores até o sub-23 pudessem ganhar uma melhor visão de mundo e da profissão – esse intercâmbio ajudaria também a divulgar o nome Flamengo.
    SRN

    Reply
    • Fabio Monken disse:
      28/09/2016 às 14:08

      Muito boas essas ideias. SRN!!!

      Reply
  • John isonfire disse:
    27/09/2016 às 19:48

    O ultimo jogador de renome ao menos mundial que o Flamengo lançou da base, so posso citar o Adriano.. infelizmente o Flamengo hoje tem uma base que não lança nada de concreto pro futebol mundial… posso dizer que até em termos de futebol nacional tá dificil também…

    Reply
  • Fabio disse:
    27/09/2016 às 22:08

    Sobre tudo isso que você disse, eu vou mais além: O atleta brasileiro, em todas modalidades não gostam do acompanhamento profissional de psicólogos e não dão a devida importância. Eu gosto de esportes, acompanho por exemplo o UFC. No UFC, é um exemplo claro disso, aonde você vê atletas muito bons, que dominam a técnica de luta, mas em momentos de pressão não conseguem alcançar todo o seu potencial. Muitos aqui, devem ter visto à luta do José Aldo em que perdeu o cinturão. O clima que envolveu a luta durou um ano, de provocações pelo adversário irlandês, pois ele percebeu que só poderia ganhar o brasileiro trabalhando e enfraquecendo ele bem na cabeça, na mente, na sua confiança. O brasileiro entrou afoito, com raiva, partiu pra decidir sem estratégia e perdeu com 13s. Outros caso, como o mais recente do Werdum contra o Miocic… No caso do Aldo, se ele tivesse um acompanhamento, alguém que filtrasse essas provocações expostas pela mídia, que só deixasse chegar ao seu ouvido as coisas positivas, que não permitisse ele dar tantas entrevistas, bem provável que o resultado da luta seria outro. Em contrapartida, existem os bons exemplos como a seleção de vôlei masculino, que tem o DNA de campeã. Os jogadores mesmo mais limitados, vestem aquela camisa e sentem capazes de ganhar qualquer um…

    Reply
    • Fabio disse:
      27/09/2016 às 22:16

      E claro, que eu entendo que o UFC, as provocações fazem parte da promoção das lutas, da sua vendagem… Mas se o atleta focar no lado esportivo, do alto desempenho, ele tem que conseguir gerir bem essa pressão, o psicológico. Me estendendo um pouco sobre isso, é um pouco da atmosfera vivida pelo Barcelona. Por mais que eles enfrentem adversários duríssimos, com tantos nomes importantes quanto eles, dentro ou fora de casa, valendo título ou nada, eles entram em campo vestindo uma armadura, uma aura de que pra eles nada é impossível, podem ganhar qualquer um e só precisam impor seu jogo. Isso que eu gostaria de ressaltar, as vitórias aumentam a confiança no trabalho realizado e a certeza na cabeça desses atletas de que podem mais, que não devem desistir nunca. Respeito sim, medo não. E o Flamengo quando consolidar sua posição como grande força das Américas, todo ano libertadores, G4, disputando títulos, isso vai correr nas veias de quem vestir essa camisa. E os adversários irão tremer! SRN.

      Reply
      • LeandroMgaJP disse:
        28/09/2016 às 07:48

        Fantástico colega, essa sua opinião daria uma ótima matéria ao coluna;
        Perceba que o Flamengo já está se vestindo novamente desta mesma aura, pois nos últimos jogos percebemos uma entrega enorme, uma não aceitação da derrota, percebemos a criação de uma personalidade supra jogadores, uma personalidade no grupo que, mesmo com a mudança dos jogadores em campo, permanece inalterada; pode até oscilar durante a partida, mas não em decorrência de quais são os jogadores em campo; tal personalidade é aguerrida e busca conscientemente a vitória;
        aliás, esta é, na minha concepção, a principal evolução do Flamengo este ano, este passo vistoso rumo ao resgate de sua identidade;
        no passado glorioso era assim, os adversários tremiam diante do Flamengo e a própria torcida entendia que dia de jogo do Flamengo era festa; isto praticamente se perdeu com o Flamengo e, sejamos realistas, com qualquer outro time também, até a própria seleção brasileira, outrora tão temida, já não é, com certa razão, respeitada;
        a evolução no clube, no elenco, no futebol e na personalidade do grupo trarão ainda muitas alegrias.

      • Fabio disse:
        28/09/2016 às 08:30

        Com certeza, jogadores que muitas das vezes criticamos, que não tem muito oferecer, estão entrando em campo e acreditando, jogando com confiança sem jogar a toalha. Você tem razão, já estamos começando a vivenciar esse “fenômeno”. Eu esqueci de lembrar do nosso Basquete Masculino. Queremos e veremos essa predominância no futebol também e o respeito dos adversários ao nos enfrentar.

  • Rodrigo Andrade disse:
    28/09/2016 às 10:44

    Essa idéia das escolinhas é uma boa idéia, não sei se o clube já faz isso, mas se não, acredito que o CRF deva criar uma marca, estabelecer um padrão de estrutura, tipos de treinamentos, e criar parcerias para dar cursos de capacitação para treinar os profissionais que irão trabalhar nessas escolinhas com o estilo padrão determinado pelo Flamengo, nestes cursos, os profissionais deverão aprender o modelo de formação do clube, modelo de jogo que o clube determinar e treinamentos 100% voltados para esse modelo de jogo, ou seja, o clube deve estabelecer a maneira que os profissonais desempenhariam suas funções.
    Quando ao modelo de implantação, o clube primeiramente deve, estabelecer um padrão na estrutura física e conceitual (estilo de treinamento, fundamentos prioritários,etc…), criar uma marca (como por exemplo o projeto Zico 10), a partir daí o clube poderia fazer parcerias com prefeituras, ou com empresários locais (mas como patrocínio, não pode ser um projeto com fins lucrativos, e sim com fins sociais, como as ONG’s funcionam), pode ser como uma franquia em que, alguém se interesse pelo projeto e quer implementar em sua cidade, o clube oferece a ele a capacitação, e ele deverá correr atrás da equipe que irá trabalhar na escolinha e dos parceiros (patrocínios, doações, etc…), a partir daí o clube envia profissionais fixos para a implementação conceitual (filosofia de trabalho) e da estrutura física e posteriormente a vistoria, para quando o projeto na cidade obedecer os padrões exigidos, aí sim começaria o recrutamento/matrícula da molecada.

    Reply

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