
04 de ENERO de 2015/COQUIMBO Mario Salas DT de U.Catolica, durante el partido válido por la primera fecha campeonato Scotiabank Clausura 2014-2015 entre los equipos de Antofagasta vs U.Catolica jugado en el estadio Bicentenario Sánchez Rumoroso de CoquimboFOTO:HERNAN CONTRERAS/AGENCIAUNO
Mario Salas, técnico da Universidad Católica, time que enfrenta o Flamengo hoje pela Libertadores, é conhecido por seu temperamento (já foi expulso 7 vezes dirigindo o time) e por outras bizarrices. Uma delas, é a forma com que ele motiva a equipe.
O técnico jogou Rugby amador antes de virar jogador e agora técnico. Em virtude desse esporte, para motivar seus atletas, o técnico, usa como exemplo em suas palestras e preleções aquela que é considerada talvez a maior “zebra” da história das Copas do Mundo de rugby: A vitória do Japão, que era o saco de pancadas do torneio, mas que venceu a tradicional e potência da modalidade por 34×32.
O vídeo do último try (maior pontuação dentro do Rugby) do jogo, que deu a vitória aos japoneses é sempre usado por Salas para mostrar a seus jogadores como devem se portar em campo, sempre respeitando, mas nunca temendo um adversário, e sempre usando força de vontade junto à estratégia para conquistar os objetivos no confronto
As táticas motivadoras de Mario Salas, aliadas à inteligência tática, são consideradas um sucesso no Chile, tanto é que já renderam três títulos em dois anos à Universidad Católica, incluindo 2 títulos nacionais seguidos, algo inédito para La UC. No mundo acadêmico, ele também é admirado, sendo frequentemente convidado à dar palestras para os mais variados cursos.
O rugby agora faz parte dos treinos do time de futebol da Católica. Ao final dos trabalhos, o treinador reúne todos os jogadores em uma roda. Com todos abraçados, eles soltam um tradicional grito do esporte: “Ubuntu!”. Segundo ele, o objetivo é unir os jogadores e fazer com que eles deem tudo de si pelo companheiro em campo, um dos motes do rugby.
“É uma regra ética sul-africana, enfocada na lealdade das pessoas e as relações entre elas. É uma palavra que vem das línguas zulu e xhosa”, explicou o treinador, que ainda comentou: “No rugby, há disciplina, respeito pelo rival, pelo árbitro, e também capacidade de gerar liderança e autonomia para que os jogadores tomem decisões dentro e fora de campo”, disse.
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Nós temos Zé Ricardo e o voo do Urubu!
O Flamengo, com todo respeito ao UC, tem inúmeras histórias assim para motivar os jogadores. O que dizer do Gol de Petkovic contra o Vasco em 2001? E o Gol de Elias em 2013? Nós temos muitos exemplos de viradas e vídeos nossos mesmos.
Respeito ao Universidad Catolica, mas Mais Respeito Ainda a história do Flamengo e sua luta contra improvável.
Certamente foi expulso tantas vezes em razão do excesso de respeito ao rival e ao árbitro... só tem brincante.