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Bandeira projeta clima entre torcidas no clássico: “harmonia e convivência pacífica”

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Na apresentação do técnico Reinaldo Rueda no CT, o presidente do clube e vice-presidente de futebol, Eduardo Bandeira de Mello, foi o primeiro falar na coletiva sobre o técnico.

É um treinador que dispensa apresentações. É o atual campeão da Libertadores da América, com duas Copas do Mundo na bagagem. Vencedor por onde passou. Tem uma experiência muito grande, inclusive com ligações na Europa. É um treinador que acredito que esteja à altura daquilo que o Flamengo pretende para o seu futuro, no desenvolvimento de tudo que estamos fazendo para colocar o Flamengo no topo, que é onde sua torcida merece.

Bandeira ressaltou que espera um clima pacifico no clássico da próxima quarta-feira contra o Botafogo pela semi-final da Copa do Brasil.

Vocês são testemunhas que nunca partiu do Flamengo hostilidade. Sempre externei minha preferência pela harmonia e convivência pacífica. É da minha preferência, inclusive, que clássicos cariocas tenham livre acesso da torcida. Para mim, é fácil porque fui criado assim. Tenho queridos amigos botafoguenses, tricolores e vascaínos”, disse, relembrando de seus tempos de torcedor. “Quem é mais velho, assim como eu, deve lembrar das rodadas duplas. Eu ia com meus amigos botafoguenses ao Maracanã. Saíamos de lá ao fim dos jogos e continuávamos amigos. Vou aproveitar a pergunta para mandar mensagem aos rubro-negros e botafoguenses para que, mesmo separados, possam conviver. Que caso se encontrem na entrada ou na saída, não represente nenhum tipo de hostilidade.

O presidente falou ainda sobre o acordo para fazer quatro jogos no Maracanã até fim do ano. Lembrando que o segundo jogo da semi-final da Copa do Brasil contra o Botafogo será no Maracanã.

Essa postura do Flamengo continua. Seguimos achando o Maracanã muito caro e o gramado não é o ideal e maravilhoso como o que temos na Ilha do Urubu, mas acredito que possa ser feito uma melhorada provisória que dê condições boas de jogo. Fechamos um acordo para fazermos quatro jogos até o final do ano. Vamos preservar essas datas para as partidas que não pudermos fazer na Ilha, como na Copa do Brasil e na Sul-Americana em suas fases decisivas. No Brasileirão é possível que façamos um jogo ou outro no Maracanã, mas a restrição continua. Estamos aguardando o lançamento da nova licitação do Maracanã para sabermos se o Fla irá participar, e em paralelo a gente segue no planejamento de um estádio próprio, com capacidade para 45 a 50 mil pessoas, para o caso de não participarmos dessa nova licitação -, concluiu.

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