Na biografia de Adriano, seu pai, Almir Leite Ribeiro, tem um capítulo importante reservado. Foi um dos inspiradores e incentivadores do craque no início da carreira, no Flamengo. No entanto, o destino mudou quando acabou falecendo, no meio da década passada. O trágico acontecimento, para muitos, marcou o início da derrocada do Imperador, que tinha, na época, a Itália aos seus pés.
“Logo que meu pai morreu, eu tive aquele problema todo (…) Fiquei uns três meses muito mal. Tive auxílio, psicólogo, uma equipe para mim, mas era muito mais forte que eu. Logo depois eu preferi voltar ao Brasil e vim ao São Paulo em 2006”, afirmou Adriano à Pedro Bial, no programa Conversa com Bial, da TV Globo.
Com os problemas psicológicos, o atacante “fugiu” da Inter de Milão, clube que jogava, e voltou ao Brasil para ficar perto de sua família, na tentativa de recuperação.
“Não estava mais com a minha família perto, isso foi muito ruim, porque comecei a lembrar das coisas que eu não queria. Isso pesou demais. Por isso tem aquela história que eu fugi da Inter. (…) A história foi essa! Fui para a minha comunidade uma semana, fiquei com meu churrasco, pé descalço, pude viver aquilo que eu era”, recordou.
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No fim, o Imperador não resistiu às lembranças e se emocionou. E definiu, em singelas palavras, tudo que o pai significava para ele.
“Era muito meu amigo”, finalizou.
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Adriano mito, pude ver meu mengao campeão muito graças as a ele, pena nao ter tido cabeça pra ter feito mais pelo flamengo e pelo futebol.
Só quem perdeu sabe a dor a perda! Atrás de um jogador há um homem , uma dor irreparável . Deus te abençoe ADRIANO