
Foto: Staff Images/Flamengo
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Antes mesmo da goleada do Flamengo sobre o Paraná, por 4 a 0, neste domingo (21), os bastidores rubro-negros já estavam fervendo. Tudo isso por conta da negativa em viajar de Diego Alves após saber que seria reserva de César. A decisão tomada pela comissão técnica, apesar de não ter sido explicada publicamente, tem seus pontos de apoio, levando em conta a meritocracia. [CONFIRA OS MOTIVOS]
O Flamengo venceu o Paraná com facilidade, aplicando 4 a 0 nos donos da casa. No entanto, o assunto de domingo (22) foi o fato de o goleiro Diego Alves ter pedido dispensa da viagem, após saber que seria reserva de César. O volante Willian Arão falou sobre o assunto na zona mista do estádio Durival de Britto. [VEJA A DECLARAÇÃO]
O discurso na frente das câmeras é de cautela e preservação, mas a atitude de Diego Alves, ao pedir para não viajar com a delegação após saber que seria reserva, não caiu bem entre dirigentes, jogadores e comissão técnica. A postura do camisa 1 foi considerada como inadmissível e será discutida nos dois próximos dias. [CONFIRA NA ÍNTEGRA]
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Entendo que deva haver suspensão e que se dê publicidade à medida disciplinar pela falta do atleta. Penso também que o Dorival deva exercer a sua liderança de técnico e pela insubordinação do D. Alves, deva permanecer no banco. Entretanto, discordo do pensamento de rescisão do contrato, salvo se o goleiro não buscar a retratação perante a comissão técnica, aos companheiros e também à diretoria. Manter o contrato é o melhor e mais prudente caminho. Senão, vejamos uma situação hipotética, mas possível de acontecer: diante de um infortúnio, vai que o César se machuque, quem assumiria com segurança e autoridade a substituição do jovem arqueiro até o fim do campeonato??? Quem tem dois, tem um. E quem tem apenas um, pode ficar sem nenhum. Pensem nisso.