
Alberto, psicólogo do Flamengo, abraça um familiar (Foto: Venê Casagrande/Coluna do Flamengo)
Por Venê Casagrande
Das dez vítimas fatais do incêndio no Ninho do Urubu na última sexta-feira (08), duas ainda não foram identificadas. Samuel Thomas e Jorge Eduardo ainda não foram reconhecidos porque os corpos foram muito carbonizados. A perícia ainda não vai recorrer ao teste de DNA, mas sim, à antropologia forense.
A antropologia forense consiste no estudo da medida do corpo humano. Existe uma diferença na altura dos dois meninos que pode ajudar no reconhecimento das vítimas e acelerar o processo de identificação dos corpos. Caso o procedimento não ocorra como o esperado, a perícia ainda vai tentar outras técnicas.
Se todas as tentativas falharem no reconhecimento dos corpos das vítimas, cabe aos peritos o exame de DNA, que, devido à demora do resultado, é a última opção. Caso seja necessário, o procedimento não é feito pelo IML. As famílias das vítimas estão no instituto para aguardar mais informações e levaram radiografias e históricos médico para facilitar o processo.
Oito corpos foram reconhecidos e retirados do IML. Desses, dois foram velados no sábado (09), o de Arthur Vinícius e Pablo Henrique. Nesse domingo (10), estão sendo sepultados o goleiro Christian Esmério e o atacante Victor Isaías.
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