Varejão alerta Jorge Jesus sobre pressão no Flamengo: “É diferente”

FOTO: DIVULGAÇÃO / FLAMENGO

O Flamengo é conhecido por ser um dos clubes com maior pressão por conquista de títulos do Brasil. Anderson Varejão, que defende o FlaBasquete, falou sobre o assunto no programa Jogo Sagrado, dos canais FOX Sports. Jorge Jesus foi apresentado pelo Rubro-Negro nesta segunda-feira (10), e Varejão foi questionado sobre o tamanho da exigência que haverá em cima do treinador português. O atleta ponderou que, de fato, é diferente do que possivelmente o comandante já viveu em toda sua carreira.

Quando está chegando para somar, com as melhores das intenções, de fazer um trabalho em um clube como o Flamengo, que ele mesmo reconhece, que o Flamengo é diferente, um dos maiores clubes do mundo… Ele sabe da pressão que existe, que vai ter em cima dele, dos jogadores, de conquistar títulos. Então, se ele está chegando com as melhores das intenções, que eu acho que é, para somar com esse grupo do Flamengo, que está com um início de temporada muito bom, tem tudo para dar certo. Mas tem que saber que a pressão existe, muito, e é muito grande -, disse o jogador.

Jorge Jesus, por sua vez, é multicampeão em sua carreira e dirigiu o maior clube de Portugal, o Benfica. Por isso, o treinador afirmou em sua apresentação que está preparando para a pressão que irá vir no Rubro-Negro. Porém, Varejão, que é torcedor do Fla, afirmou que, de fato, a exigência é bem diferente de outras equipes e que ele mesmo se surpreendeu.

Quando você vive essa experiência é diferente mesmo. Eu, para falar a verdade, me preparei, eu sabia, o time do meu coração, sou flamenguista, e assistindo a um jogo ou outro, em dados momentos eu deixo a emoção ali, falar um pouco mais alto. Vivendo isso, é diferente. Ele sabe, mas é aquela coisa, enquanto você não viveu aquilo e nem está vivendo ainda, você acha que sabe 100%, mas é diferente. É na rua, em qualquer lugar, no supermercado… -, finalizou Varejão.

Anderson Varejão foi campeão do NBB com o Flamengo, no último domingo (09). Na temporada de basquete, o jogador participou de 36 jogos e marcou 362 pontos, de 687 tentados, tendo aproveitamento de 52.7% nos arremessos. Varejão foi um dos destaques do Fla na campanha do título rubro-negro.

6 Comentários
  • Será que ainda não percebemos que nossa torcida é D+ é tudo D+ ou D- faz mal!
    Galera estamos matando nossos times, nossos técnicos, nossos jogadores, vamos apoiar o time nas arquibancadas, deixa o ano acabar ai cobramos mudanças para as próximas temporadas, esse comportamento de cobrança exacerbada termina sendo muito tóxico. Já não basta os anti e os jornalistas todo dia fazendo a vida do Fla um inferno. Vamos torcer com sabedoria! Eu tb me desespero, e as vezes cobro D+ é critico D+, vamos passar e elogiar mais, e diminuindo gradativamente as criticas. SRN

    • Vejo diferente de você. a torcida do Flamengo sempre foi assim. hoje com a chegada da internet que apenas estamos vendo num todo tudo mais amplo todo mundo agora ve o’que a outra pessoa la do outro lado do brasil ta sentindo. nossa torcida sempre foi exigente sempre criticou sempre protestou sempre vaiou. sempre foi TOXICA nesse sentido ai que você esta falando. a única diferente é que hoje temos rede social. temos twitter temos blogs temos a internet pra ver de perto e agora a gente ta vendo como somos CHATOS*.. o Flamengo sempre foi assim ou é 8 ou 80 ou vai ou racha. o bicho pega e nao alivia os jogadores que estao lá são menininhas e nao honram os culhoes que tem e trazem os titulos, tu acha que em 2009 foi como? mar de rosas? no primeiro turno a gente tava apanhando levava surra de avai tomando goleada a torcida do flamengo comprou a briga protestou foi no treino exigiu. estendeu faixa brasileiro é obrigação o elenco tava puto tinha briga dentro do elenco, aquele time era foda comprou a briga da torcida e buscou aquela taça

    • A torcida do Flamengo sempre foi assim…e ganhamos tudo!!!
      A diferença eh que havia comprometimento dos atletas, de todos!!!
      Zico batia as faltas com a “mão” pq treinava depois da hora, mesmo depois de consagrado. Hoje, grande parcela dos nossos jogadores não se compromete.
      Veja o Cuellar…o cara vai treinar em dia de folga…veja o rendimento dele dentro de campo em todos os jogos…vê se ele sente “o peso da torcida” sobre seus ombros…não!!! Pq a torcida reconhece o esforço, dedicação e entrega do cara. Quando vc ouviu vaias pra ele…esse só conhece os aplausos da torcida.
      Quantos gols perdemos por má finalização?! Vários!!! Imagina se nossos atacantes ficassem depois da hora, como o Galinho, treinando finalização!!
      Este eh meu ponto de vista…

      • Exatamente! nossa torcida é justa com quem entrega.. e reconhece os meritos de quem doa sangue e da resultado.. O BRASILEIRO É OBRIGAÇÃO PORRA!

    • Exatamente tenho o mesmo pensamento, e vc está correto também quem só fala merda para criticar por criticar não ajuda nada , já temos jornalista e ANTIS para atrapalhar, quem acha q o time vai ganhar “na porrada ” está totalmente enganado VAMOS APOIAR

  • Falaram do Zico aqui, que se dedicava e procuraca sempre a perfeição em tudo o que fazia. Porquê? Porque viveu no Flamengo desde os 13 anos de idade, quando treinava na Escolinha do Zé Nogueira. O Flamengo montou um time de juvenis em 1972, cujo treinador era Joubert, outra antiga cria do Flamengo, que foi a base da “Era Zico”. Aquele time tinha Cantarele, Rondinelli, Jayme de Almeida, Vanderlei Luxemburgo, Zico…os que vieram depois se integravam aos profissionais se juntando com a turma que subira no ano anterior. Júnior e Andrade (1974), Adílio e Júlio César “Uri Geller” (1975), Tita e Leandro (1976), Geraldo “Assoviador” e Mozer (1977). Ou seja, do time que ganhou tudo em 1981, apenas 4 jogadores não foram formados na base do Flamengo: Lico, Raul, Marinho e Nunes. Eram 7 titulares da base, fora alguns reservas de luxo, e contando com o falecimento prematuro de Geraldo. Só falando de 1978 em diante, em todo time campeão brasileiro que o Flamengo teve havia muitos jogadores da base, mas que foram diminuindo com o passar do tempo. No último, em 2009, tínhamos 2: Adriano e Aírton. Um outro estava no comando: Andrade. No último título de expressão, a Copa do Brasil de 2013, tínhamos tb apenas 2 titulares: Luiz Antônio e Samir. No comando, outra antiga cria da base: Jayme de Almeida. Em 1987, outra cria do Flamengo no comando: Carlinhos “Violino”. Como titulares, Leandro, o goleiro Zé Carlos, Bebeto, Aílton, Andrade, Zico, Zinho, Leonardo…. Nesse time atual, a não ser Léo Duarte, nenhum titular veio da base. E a continuar desse jeito, os que se destacam, como Paquetá e Vini Jr., vão logo embora. O único ídolo inconteste, hoje, é um colombiano que joga de volante. O único que entendeu de cara o que é jogar no Flamengo. Os outros precisaram de um tempo pra entender, tempo esse que não temos mais. Fora Cuéllar, nenhum outro jogador do elenco sabe direito o que é jogar nesse clube a não ser quem foi formado lá, mas a base hj só existe pra formar jogador pra depois vender. Os outros ainda não entenderam, e muitos nunca vão entender, como Arão. JJ vem com outra cabeça e outros métodos, e vai ter gente perdendo a vaga no time por não se adaptar aos novos tempos. É hora de valorizar a base, que já nos deu muitas alegrias e títulos no passado, mas que agora só serve pra fazer dinheiro. Boa sorte, JJ!

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