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Árbitro da final da Copa América será responsável por comandar Flamengo x River Plate

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FOTO: CÉSAR GRECO

O Flamengo se prepara para viver um dos momentos mais importantes da sua história. No próximo dia 23 de novembro, o Mais Querido entra em campo no estádio Monumental, em Lima, para enfrentar o River Plate pela final da Libertadores. Nesta terça-feira (12), a CONMEBOL divulgou a escala de arbitragem da grande decisão. O responsável pela partida será o chileno Roberto Tobar, que já apitou, em 2019, a final da Copa América.


Confira a escala de arbitragem para esta decisão


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O árbitro chileno será auxiliado por dois compatriotas: Christian Schiemann e Claudio Rios são os assistentes. O colombiano Andres Rojas ocupa o posto de quarto árbitro.

O VAR terá um peruano no comando: Diego Haro será o árbitro de vídeo, auxiliado por Piero Maza (Chile), Alexander Guzman (Colombia) e Esteban Ostojich (Uruguai). Carlos Astroza (Chile) será o observador de VAR e Jorge Larrionda (Uruguai) ocupa o posto de assessor internacional.

Roberto Tobar já apitou dois jogos do Flamengo no ano – ambos pela Libertadores. Ele foi o responsável por comandar a arbitragem dos confrontos contra o Peñarol (0 a 0, em Montevidéu, pela fase de grupos) e Internacional (2 a 0, no Maracanã, pelas quartas de final). Ele apitou outras cinco partidas na competição continental – apenas uma não envolvia times brasileiros (San Lorenzo 0 x 0 Cerro Porteño). Nas oitavas de final, arbitrou uma partida do River Plate: a vitória por 4 a 2 nos pênaltis sobre o Cruzeiro. O chileno também comandou a final da Recopa Sul-Americana, entre o clube argentino e o Athletico.

Tobar tem um capítulo curioso na carreira. Em 2012, foi afastado das atividades do futebol por ter se envolvido com um clube de poker polêmico. Formada por árbitros da federação chilena e organizada por um diretor da entidade, a jogatina tinha uma “punição”: quem saísse da mesa sem dinheiro era escolhido para apitar jogos de menor importância. O objetivo era recuperar o cacife através das despesas de viagem, custeadas pela federação. Quando o esquema veio à tona, o diretor foi banido e quatro árbitros suspensos por oito meses – entre eles, Tobar. Apesar do episódio, o chileno voltou ao esporte e recuperou sua moral dentro do futebol.

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