
FOTO: MARCELO CORTES / FLAMENGO
FOTO: MARCELO CORTES/FLAMENGO
Por: João Pedro Granette
Após o título da Supercopa do Brasil, dirigentes do Flamengo que estavam em Brasília se reuniram com Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, para debater a ideia de “clube-empresa”. O projeto ainda é recente e nem tão conhecido por todos no futebol brasileiro.
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A ideia começou a ser debatida no fim de 2019, mais precisamente em novembro, quando a Câmara dos Deputados aprovou o projeto para que as equipes do futebol brasileiro pudessem usar o modelo clube-empresa.
A ideia é de que os clubes possam renegociar dívidas, facilitando a busca por investidores. Isso também auxiliaria na organização do caixa. Outra mudança significativa é que os dirigentes passam a ser responsáveis por irregularidades cometidas.
Os clubes de futebol que aderirem ao projeto também terão a possibilidade de se transformarem em sociedades empresárias. Os times ainda podem fazer parte de uma fusão, cisão ou incorporação de outras sociedades, caso do Red Bull Bragantino.
A votação na Câmara dos Deputados também deixou definido que processos como as atividades realizadas, dados econômicos e as práticas de governo deverão ser apresentados de forma pública.
O projeto ainda criou uma tributação para os clubes profissionalizarem as gestões, com o nome de Simple-Fut. Com isso, 5% da receita bruta vai para saldar o Imposto de Renda, Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) e o Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).
Em caso de incentivo ao futebol feminino, também na formação das categorias de base do futebol e auxilio ao esporte nas comunidades carentes, a taxa cai de 5% para 1%.
Sobre as dívidas
Os times que adotarem o projeto de “clube-empresa” ainda terão o regime especias para quitar as dívidas com a “União”. O que ficou acordado no texto da Câmara dos Deputados foi do débito ser pago em até 60 parcelas, com redução de 70% das multas, 40% dos juros e 100% de encargos legais.
Os clubes poderão aderir à recuperação judicial prevista na lei de Falências e Recuperação Judicial. Os times que aderirem não poderão ser impedidos de participar de competições nacionais.
Em novembro do ano passado, o relator do projeto, deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), concedeu entrevista ao “Estado” e falou sobre a situação dos clubes da Série A.
“Os clubes da Série A juntos representam dívida de quase R$ 7 bilhões. A dívida é grande e cresce de forma acelerada. Seja ela com o governo ou privada. De 2017 para 2018 cresceu 8%. É um problema particular do futebol brasileiro.”
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Acho que não deveria ter essa brandura toda. Fica sem pagar seus impostos e vê se vc não perde casa e carro. Os clubes tem q por o pé no chão e parar de pagar salário de 300 mil pra uns malucos jogarem bola. E nem são isso tudo. Deveria ser obrigatório jogador ter ao menos o ensino médio. São mau exemplo para os jovens e uma distorção para quem estuda para vencer e crescer na vida.
O Flamengo não precisa disto, é alto suficiente, não inventem moda!
Acredito que será o futuro dos clubes. Aqueles que não aderirem, serão extintos no longo prazo. Não é cabível pagarmos nossos impostos para estes servirem para salvar os clubes das péssimas gestões, como exemplo: Cruzeiro, onde seus dirigentes, no mínimo e na minha inocência, foram péssimos gestores. Porém saíram ou continuaram ricos ou mais ricos, ninguém foi ou será responsabilizados por isso.
Ridículo!!!!, 70% de DESCONTO?, pqp, assim você estimula cada vez mais os clubes serem caloteiros. O FLA se organizou e ta pagando as dividas, enquanto os demais, nem vão chegar a pagar parte das dividas. é tipo um empurrão do governo pra não quebrar os clubes. Mas essa medida não educa, não é séria, apena tenta enxugar gelo, pois a mentalidade dos dirigentes amadores do brasil é d querer pagar salários astronômicos para jogadores medíocres. Por mim, vendam os clubes para uma empresa, como é feito na Europa, quero ver o novo dono fazer loucuras
Quer dizer que se o Clube virar empresa terá uma redução de 70% das multas, 40% dos juros e 100% de encargos legais. Caramba! Isso aqui mostra o que é esse País onde o certo é o errado, onde não pagar as suas obrigações leva o clube a ter direitos a virarem empresas e depois terem vantagens que aqueles que arcam com os seus deveres não terão. É esse é o papel dos Deputados do nosso Brasil.
Landim bebeu ou quer se lançar na política às custas do Flamengo?
Maluquices no futebol à parte, Eduardo Bandeira de Melo seguiu as regras para o Flamengo retomar seu rumo a grandes elencos e títulos.
E agora o que é proposto? Calote geral?
Afaste-se dessas companhias ruins, Landim, a nação não vai te eleger só porque é presidente do Mengão.
Mira só nos títulos, otário.