Contrato entre Flamengo e BRB recebe denúncias, e Ministério Público contesta parceria

FOTO: MARCELO CORTES/FLAMENGO

Após denúncias na Ouvidoria do Ministério Público de Contas do Distrito Federal (MPC-DF) alegando “violação ao princípio da impessoalidade, da isonomia e, também, do interesse público”, o órgão resolveu fazer uma representação questionando a parceria entre o Flamengo e o BRB (Banco de Brasília), oficializada no última quarta-feira (01).

O MPC-DF alega que com base nas notícias veiculadas pela imprensa, Ibaneis teria interesse em se tornar presidente do clube, diz ainda que “inexiste notícia que possa confirmar se houve obediência ao princípio da isonomia, no patrocínio em tela, de modo a permitir que outros clubes, potencialmente interessados, fizessem suas propostas” e que o valor previsto a ser pago ao Fla de R$ 32 milhões, é 400% maior com o que foi gasto em 2019 com patrocínios pelo banco.


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Faz-se imprescindível, portanto, conhecer os critérios objetivos de definição de valor patrocinado e de mensuração de retorno do investimento“, diz um trecho da representação.

O BRB se manifestou em nota e diz que “firmou uma parceria negocial, e não patrocínio, com o Flamengo para a criação de um novo Banco Digital

Confira a nota na íntegra:

O BRB reitera que firmou uma parceria negocial, e não patrocínio, com o Flamengo para a criação de um novo Banco Digital.

O modelo de negócio prevê a abertura de conta digital, comercialização de cartões e seguros e uma série de benefícios desenhados especialmente para os cerca de 40 milhões de torcedores do time.

A expectativa é que a parceria gere lucro substancial ao Banco, o que resultará, consequentemente, em ganhos para o DF.

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