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Ferj divulga relatório de testes de covid, quantidade de contaminados e balanço total do Campeonato Carioca

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FOTO: DIVULGAÇÃO

Durante a pandemia do novo coronavírus, o Campeonato Carioca foi o primeiro torneio de futebol a retornar em toda a América Latina. Dentre os meios desenvolvidos para a volta, o principal foi o protocolo Jogo Seguro, organizado pelos clubes, em parceria com a entidade. Após o fim da competição, a Ferj divulgou os resultados obtidos.

Segundo a entidade máxima do futebol carioca, foram realizados exatos 7.148 testes, envolvendo não só jogadores de futebol, mas também dirigentes, funcionários de clubes e demais pessoas envolvidas no trabalho. Neste cenário, 303 casos positivos foram constatados e tratados.


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Confira a nota:

Jogo Seguro: eficácia e segurança no Carioca

Sustentado também pelos pilares preservação da saúde individual e coletiva e contribuição ao combate à disseminação do COVID-19, elaborado pelos médicos dos clubes da Série A do Campeonato Carioca, o Protocolo Jogo Seguro tem resultados que comprovam a eficácia: do volumoso número de testagem à detecção, prevenção e isolamento. Foram 7.148 exames, com 303 infectados – cerca de 4,3%. Em obediência às diretrizes do documento de biossegurança, elogiado pelos órgãos governamentais, o Jogo Seguro testou jogadores, familiares, profissionais da imprensa, policiais militares, efetivo do quadro operacional, gândulas, médicos.

A maior prevalência de resultados positivos aconteceu no início das testagens, ou seja, no período em que as pessoas não estavam sob os cuidados das diretrizes do protocolo.
Em conformidade ao estabelecido pelas autoridades de saúde, houve o isolamento, assim como exames estendidos aos familiares, para evitar a disseminação do COVID-19.

– Foi um modelo de cuidado e respeito às vidas. Os números falam por si só e comprovam a eficácia das diretrizes – elogia o presidente da FERJ, Rubens Lopes.
Botafogo e Fluminense não enviaram seus dados.

Vale a ressalva ainda que, apesar das cobranças a respeito do risco de lesões musculares, o planejamento dos cuidados físicos e as atividades desenvolvidas pelos atletas, passados pelos preparadores físicos e fisiologistas no período de paralisação, são merecedores de elogios pelos números estatisticamente insignificantes de lesões, nenhuma delas de gravidade ao que se tem conhecimento.

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