Marcus Souza: “De mal a pior”

FOTO: ALEXANDRE VIDAL/FLAMENGO

Um filme de terror para os flamenguistas e uma comédia que há muito tempo não era vista pelos antis.

Poderia resumir a partida contra o Atlético Goianiense apenas nessa primeira frase, mas há algo a mais que precisa ser dito.

Muito além da atuação horrorosa, do Gabigol que faz jus à insana crítica de Carlos Alberto, da defesa desorientada que bate cabeça, do aparente nervosismo dentro de campo, da expulsão infantil de Diego Alves e de um Domenéc que ainda não disse a que veio.

Temos em mãos o prenúncio de uma crise sem explicação. Os salários estão em dia, o melhor elenco foi montado e a infraestrutura fornecida pelo clube não faz jus ao que somos obrigados a ver em campo. O início da promissora temporada dá sinais de que sofreremos mais do que o necessário.

Pode não ser a hora de pedir a cabeça do treinador, mas a velha passividade de dar tempo para trabalhar e sofrermos com deplorável não cabe mais no Flamengo de hoje, já cabe cobrança. E se as vaias não podem ecoar no estádio, que se faça um barulho retumbante nas redes sociais. Domènec ainda não sabe o que é a torcida do Flamengo, mas precisa descobrir para ontem que vencer, vencer, vencer não é só um lema bonito, é literal!

O clube eleito por todos para sobrar até o momento está devendo muito!

“Galvão!? Senti, senti muito!”

Senti, porque se tivesse que avaliar em poucas palavras essa catástrofe, diria que “hoje foi lindo”, uma estrela!

Entendedores entenderão.
Saudações Rubro Negras!

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