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Ferj ‘tira o pé’ sobre possível retorno de público aos estádios do Rio de Janeiro

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FOTO: REPRODUÇÃO

A sugestão da presença de torcida no jogo entre Flamengo x Athletico-PR, a ser realizado no dia 4 de outubro, deu o que falar. Nesta segunda-feira (21), o presidente da Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro), Rubens Lopes, defendeu que a Federação não quis determinar nada sobre o retorno do público nos estádios.

Em entrevista à CNN Brasil, o presidente afirmou que como a Ferj participou diretamente da retomada das partidas oficiais após a paralisação do futebol por conta da pandemia do novo coronavírus, a mesma foi chamada para debater e auxiliar no desenvolvimento e avaliação de um protocolo seguro de retorno dos torcedores ao estádio.

Foi elaborado (para o Campeonato Carioca) o chamado Protocolo Jogo Seguro, que no Rio de Janeiro se mostrou eficaz. As atividades de retorno aos treinamentos aconteceram com segurança, com nenhuma intercorrência. O retorno da competição sem público aconteceu também sem nenhuma intercorrência. Em função disso, fomos solicitados a estender esse estudo, explicou Rubens Lopes


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Além disso, o dirigente lembrou da autonomia das autoridades sanitárias estaduais e municipais para decisões drásticas como a volta de torcedores as arquibancadas. Segundo ele, no Campeonato Carioca, foi apresentado à Prefeitura do Rio as regras e medidas pré estabelecidas pela Federação, para que se avaliasse o que poderia ser feito ou não para um retorno.

O que fizemos foi apenas um estudo técnico, de operação de jogo, de como este protocolo pode ser empregado em um experimento piloto, utilizando-se o Maracanã, pelas condições que o Maracanã permite setorizar tudo isso -, e completou

Eu garanto, em contraponto àqueles que dizem que não é possível, que existe uma biossegurança. Existe um risco muito menor que qualquer outra atividade que está sendo desenvolvida.

Ver comentários

  • O risco sempre vai existir, mas o protocolo é exatamente para minorar esses riscos. Além do que hoje existe medicação e leitos disponíveis. A vida deve seguir seu curso ou só vão abrir depois de falirem os clubes também? Os governantes cariocas, esses sim, parecem piada pronta.

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