Jornalista elogia investimentos na base e diz que Fla busca consolidação do DNA rubro-negro

FOTO: PAULA REIS / FLAMENGO

Entre diversas expressões utilizadas pela Maior Torcida do Mundo, talvez a máxima seja aquela com a confirmação que ”craque, o Flamengo faz em casa”. Faz mesmo. Em oito anos, desde 2013, o clube ampliou seus investimento nas categorias de base em 618% – o que não mudou nem mesmo com a queda de receitas em 2020.

Para o jornalista Luiz Fernando Gomes, em análise no ‘Lance’, a aplicação comprova o patamar diferenciado que o Flamengo alcançou dentro do futebol brasileiro. Além disso, o especialista entende que o investimento na base rubro-negra vai muito além do financeiro.

A aposta do Flamengo na base vai além da questão financeira. O investimento, é claro, tem um peso importante, é o que permitiu construir e manter uma estrutura de primeiro mundo. Mas ter critérios bem estabelecidos de seleção e, mais do que isso, de avaliação permanente do desenvolvimento desses novos talentos é o que realmente tem dado resultados diferenciados na formação rubro-negra.


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O que muitas vezes se vê por aqui, nas categorias de base, são times montados apenas para revelar jogadores e manter o emprego de treinadores. O que, não muito raro, acaba prejudicando o desempenho da garotada que, ao subir, fica perdida ao encontrar uma realidade completamente dissociada. O investimento na base é sempre um dinheiro bem empregado. Rende dividendos – o Flamengo faturou só no ano passado R$ 170,5 milhões com a venda de jogadores formados no clube.

O jornalista destaca, ainda, que o reflexo do acerto no investimento foi o belo início de temporada do grupo alternativo neste Carioca. Passando o bastão para o elenco principal com o clube no topo da tabela de classificação.

Sob o comando de Maurício Souza, jogadores como Matheuzinho, João Gomes, Pepe, Natan, Hugo Souza, e Rodrigo Muniz atuaram com o mesmo esquema tático, o mesmo padrão de jogo do time principal de Ceni. O que se percebe, assim, é que o clube busca a consolidação de um DNA rubro-negro, um jeito próprio de jogar, do sub13 ao profissional, o que é comum na Europa, mas bem raro no Brasil.

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