Jornalista cita razões que impossibilitam Corinthians de se tornar forte financeiramente como o Fla

FOTO: REPRODUÇÃO

A contratação de Giuliano e o namoro com Renato Augusto, monitorado pelo Flamengo, trouxeram o Corinthians novamente ao foco da mídia esportiva. Isso porque, alguns especialistas questionaram a austeridade fiscal da nova gestão alvinegra e outros apontaram falhas no caminhos de reestruturação do clube. Como foi o caso de André Rocha em seu portal no ‘UOL Esporte’.

O jornalista relembrou o processo de reestruturação do Flamengo, ainda sob o comando de Eduardo Bandeira de Mello, em 2013, e citou algumas diferenças primordiais entre o caminho rubro-negro e o desenhado atualmente pelo Corinthians.

Com dívida de quase um bilhão de reais, um estádio para quitar ainda sem bilheteria e débitos com profissionais da base, a notícia sobre contratações gerou questionamentos. De fato, a atitude correta seria cortar fundo na carne até equacionar dívidas, recuperar credibilidade e atrair investidores. Foi o que o Flamengo fez a partir de 2013, com a chegada de Bandeira de Mello.

Desde 2019 colhe os frutos, apesar das dificuldades recentes que fazem o clube vender mais do que contratar. Mas ainda com time muito forte para média brasileira. O Corinthians não tem um investidor poderoso, como é a Crefisa ou MRV. Assim como o Fla, o maior patrimônio do clube é a capacidade de gerar receitas pela enorme torcida -, escreveu.


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O jornalista ainda explicou o ponto principal: “Há um elemento importante que distingue consideravelmente o Corinthians de 2021 do Flamengo de 2013. O Fla perdeu pontos pela escalação de André Santos em 2013 e flertou com a ”zona de confusão”, mas se fosse rebaixado teria receita de TV no mesmo nível da Série A”. E prosseguiu: “A regra mudou no ano passado e o Cruzeiro viu a receita cair de R$102,5 milhões para R$40 milhões”.

O Corinthians faturou R$189 milhões em TV em 2019. Em 2020, caiu para R$160 milhões. E agora pode ter nova queda. Além da crise no país, conta o fato da equipe ter perdido competitividade. Se cair para Série B, a receita não passa dos R$60 milhões. O Corinthians tem sete pontos a mais do que o Sport, primeiro colocado do Z-4 -, explicou.

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