Coordenador de futebol feminino tira dúvidas sobre parceria do Flamengo com a Marinha

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Ao longo da última semana, a torcida do Flamengo deu início à campanha ‘#FlaAssumeAsMinas’, que procura mobilizar a ideia de um futebol feminino independente no Rubro-Negro. Isso porque, no momento, o Mais Querido segue com a parceria firmada junto a Marinha. A fim de esclarecer dúvidas sobre o vínculo, o coordenador da categoria, André Rocha, abordou os caminhos do investimento, especialmente na base.

Em entrevista ao ‘ESPN.com.br’, o coordenador do futebol feminino comentou sobre o início da parceria, lá em 2015. Vale destacar que, desde então, os salários da pasta triplicaram, fato que indica uma atenção maior para o esporte. Além disso, André Rocha abordou o quanto as categorias de base fazem a diferença no vínculo com a Marinha, visto que o Mais Querido tem revelado boas jogadoras para o profissional do clube.

A nossa parceria inclui também a categoria de base. Com o crescimento do futebol feminino – em três ou quatro anos os salários e a estrutura do futebol feminino triplicou – a gente percebe que precisamos cuidar do futebol feminino, bem diferente de quando começou a parceria (2015), aí sim começamos toda uma transição de parceria. Fazemos primeiro um investimento alto na base – disse o coordenador.


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No momento, o futebol feminino do Flamengo disputa o Campeonato Carioca da categoria e volta a campo nesta quarta-feira (13), contra o LCD/Seven, às 15h (horário de Brasília), no CEFAN. O Rubro-Negro é o atual vice-líder do certame, com seis pontos conquistados. A ponta da tabela está com o Vasco da Gama, empatado com o Mengão, mas com a vantagem nos critérios de desempate.

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