Com saída de Andreas Pereira, relembre outros europeus que já passaram pelo Flamengo

Ao longo de sua gloriosa história, o Flamengo já contou com os serviços de inúmeros jogadores e treinadores estrangeiros. A maior parte é composta por sul-americanos, mas a Nação também já viu muitos europeus deixarem o Velho Continente para vestir o manto rubro-negro. O mais recente deles, Andreas Pereira, nasceu na Bélgica – embora também tenha nacionalidade brasileira, uma vez que seus pais são daqui. Será que, em breve, novos europeus poderão pintar na Gávea? É a pergunta que muitos torcedores têm se feito. E se você também gosta de fazer previsões esportivas, veja aqui como dar seus palpites.

O primeiro estrangeiro a vestir a camisa da Seleção Brasileira foi o inglês Sidney Pullen. Por acaso, este imigrante, que veio ainda criança para o Brasil, também usou o manto rubro-negro. Ele defendeu o Flamengo de 1915 a 1925, período em que conquistou diversos títulos, com destaque para três Campeonatos Cariocas (1915, 1920 e 1921). Meia canhoto, o inglês também chegou a jogar pelo Fluminense, mas com menos sucesso.

Quando se fala em meia europeu e em Flamengo, há um jogador que nunca pode deixar de ser citado: Dejan Petkovic. O sérvio foi responsável por dois momentos inesquecíveis na história do Rubro-Negro. O primeiro deles é o gol de falta, contra o Vasco, em 2001, que garantiu o tricampeonato ao Mengão.

Naquela ocasião, o Flamengo havia perdido o primeiro jogo da final por 2 a 1 e estava ganhando o segundo pelo mesmo placar. Entretanto, o Vasco tinha feito a melhor campanha do Carioca e jogava por dois resultados iguais para ser campeão. Aos 43 minutos do segundo tempo, uma falta para o Flamengo, na intermediária. Pet faz a cobrança, e a bola vai no ângulo, no único lugar fora do alcance de Helton. A imagem do sérvio esticando os braços para o alto e caindo de costas no gramado ainda permanece viva na cabeça dos torcedores.

O segundo momento inesquecível em que Pet também foi protagonista, desta vez ao lado de Adriano, foi a arrancada para o título brasileiro de 2009. Desacreditada, a equipe vinha fazendo uma campanha de altos e baixos, até que começou a dar liga e iniciou uma sequência incrível de bons resultados. Apesar disso, o Flamengo só foi assumir a liderança do campeonato na penúltima rodada. No último jogo, o Mengão bateu o Grêmio em um Maracanã lotado e ficou com o título.

Recentemente, outro europeu que se tornou ídolo do maior do Rio foi o espanhol Pablo Marí. Até então um zagueiro desconhecido, ele desembarcou na Gávea em julho de 2019. Em aproximadamente um ano no clube, o espanhol ganhou o carinho e a confiança dos torcedores com atuações impecáveis e ajudou o Flamengo a vencer o Campeonato Brasileiro e a Copa Libertadores.

É claro que, na galeria de ídolos europeus, há sempre de constar o nome do português Jorge Jesus. Afinal, para muitos o Mister é o maior técnico da história do Flamengo. Em apenas 57 partidas no comando do clube, ele conquistou cinco títulos – incluindo o Brasileiro e a Libertadores. Sob sua batuta, o Rubro-Negro assustava todos os rivais, e não é de se espantar que os torcedores sintam muita falta do Mister até hoje.

Os europeus, como podemos ver, foram decisivos em momentos muito importantes da trajetória do Flamengo. Fica a torcida para que novos jogadores deixem o Velho Continente para fazer história no Mengão.

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