Foto: Reprodução / Al-Hilal
Campeão da Champions League da Ásia, título da Liga da Arábia Saudita e carinho dos torcedores do Al Hilal. A primeira temporada de Michael, ex-atacante do Flamengo, foi histórica. Porém, fora de campo, o “Robozinho” não está feliz. Dificuldades de relacionamento com parte do elenco, a língua, costumes e outras especificidades do país fazem o ex-camisa 19 rubro-negro ter vontade de voltar ao Brasil. Outro ponto marcante é a saudade da família, após perda recente da mãe, Dona Fábia Leila, de apenas 43 anos, falecida em junho.
— Minha mãe morreu tem um mês. Estou com muita saudade dos meus irmãos, do meu pai. Parece que a gente quer ficar mais próximo dele. Foi um baque, minha mãe ficou internada 12 dias. Aí nessa hora você pensa: “de quê adianta o dinheiro?”. Eu tinha o dinheiro que podia, mas não consegui salvar a minha mãe. E aí? Você vê que o dinheiro não é tudo. Eu levei a minha mãe para o Rio, fiquei com ela dois dias antes de viajar. Ela estava boa, tomando a cervejinha dela, comendo a carninha. E quando eu volto (ao Brasil) é para velar a minha mãe. Para mim é um baque. Não é só o futebol em si, que não é tão legal. Tem a saudade da família —, revelou Michael, em entrevista ao Canal do Alê Oliveira, no Youtube.
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O atacante foi vendido do Flamengo ao Al Hilal por US$ 8,45 milhões (R$ 45,5 milhões na época, em janeiro deste ano), pelos 80% que pertenciam ao clube rubro-negro. O jogador assinou contrato de três anos, com salário de US$ 2,4 milhões anuais (R$ 12,91 milhões) em seu novo desafio. Porém, o velho clichê que “dinheiro não traz felicidade” se aplica ao caso do “Robozinho”.
— Para mim, tanto faz quanto tanto fez. Já vivi com pouco. Hoje eu tenho, graças a Deus. Mas não é dinheiro que me move. Quando saí do Goiás para o Fla, ganhava um valor que as pessoas não acreditavam, diziam ‘você não ganha só isso’. Eu ganhava, mas estava feliz. O importante para mim não é o valor que ganho, mas quem sou no clube. O Flamengo devolveu a minha vontade de viver e de jogar bola. Sou alegre, gosto de música, de resenha. Lá é diferente, tenho que não ser eu. Eu canto, grito, converso com todos. Não falo árabe, nem inglês. A adaptação é difícil para mim. Tem jogador lá que até desliga a minha caixinha de som no vestiário —, acrescentou Michael.
O baixinho de 1,66 m curte férias no Brasil e não deseja voltar para a Arábia Saudita. Inclusive, ele já revelou algumas vezes que tem um trato com Marcos Braz, vice-presidente de futebol do Flamengo, que a prioridade, em caso de volta ao país natal, será para jogar no Rubro-Negro. O amor é tanto pelo Mais Querido que o atacante fez uma tatuagem com o escudo do Mengão na perna direita.
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É MICHAEL agora você fala do que adianta p dinheiro né mas quando você começou a se destacar no mengao e sr feliz você se elevou pelo dinheiro e nos abandonou sabendo que lá boca iria envintrar esta dificuldades e jogador que vai pra lá volta logo
Aí eu pergunto porque foi então é o Everton Ribeiro naO te orientou como é lá?
É MICHAEL agora você fala do que adianta p dinheiro né mas quando você começou a se destacar no mengao e sr feliz você se elevou pelo dinheiro e nos abandonou sabendo que lá boca iria envintrar esta dificuldades e jogador que vai pra lá volta logo
Aí eu pergunto porque foi então é o Everton Ribeiro naO te orientou como é lá?
É MICHAEL agora você fala do que adianta p dinheiro né mas quando você começou a se destacar no mengao e sr feliz você se elevou pelo dinheiro e nos abandonou sabendo que lá boca iria envintrar esta dificuldades e jogador que vai pra lá volta logo
Aí eu pergunto porque foi então é o Everton Ribeiro naO te orientou como é lá?
Se for para contratar o tal de Ferreirinha por 8 milhões de euros, é melhor repatriar o Michael.
Seria um grande reforço. Ou melhor, desfazer a cagada da diretoria.
Não volta não Michael, fica ai mesmo!!!