
Foto: Marcelo Cortes/ Flamengo
A torcida do Flamengo é um show nas arquibancadas. Durante cada jogo, dezenas de músicas são entoadas pelos rubro-negros no Maracanã e nos estádios de todo Brasil. No entanto, um grito simples, tradicional e de apenas cinco letras andava meio esquecido: “Mengo!”. Um lance emblemático com Matheus França representou bem o ‘poder’ que a Nação tem perante o time, na vitória do Fla por 3 a 1 sobre o Vasco, neste domingo (19).
No momento em que o Flamengo vivia dificuldades na partida, aos 34 minutos do segundo tempo, sem motivo aparente, a torcida puxou o coro de “Meeeeengo”, seguido de assobios “fiu, fiu, fiu”. O grito era muito tradicional na época da ‘Geração de Ouro’ do clube, no fim dos anos 70 e década de 80. Embalado pela Nação, Matheus França roubou a bola no meio campo, arrancou até a área e só foi parado com pênalti, convertido na sequência por Pedro.
— O ambiente é muito bom, a torcida do Flamengo é muito boa, apoiando o tempo todo a gente. Muito feliz. A gente percebeu, todo mundo sentiu (que o “Mengo” impulsionou). Quando eles cantam, a gente até sente um arrepio. Sou flamenguista doente e pude comemorar junto com a torcida, que estava apoiando o nosso Mengão — disse Matheus França, na zona mista do Maracanã.
Matheus França entrou em campo aos 33’ do segundo tempo, no lugar de Arrascaeta. Cinco minutos depois, o cria do Flamengo sofreu o pênalti que colocou o Rubro-Negro em vantagem. Na ocasião, o gol foi o segundo do Fla no jogo. Ayrton Lucas, nos acréscimos, ainda daria números finais ao embate.
Com a vitória na “raça, amor e paixão”, o “time de tradição” vai tentar “essa taça conquistar”, sendo o “mais cotado nos Fla-Flus” diante do Fluminense, na final do Campeonato Carioca. O Maracanã será palco dos dois duelos no Maracanã, marcados para os dias 02 e 09 de abril. O repertório musical da Nação já está pronto e, depois da sinergia do lance de Matheus França com as arquibancadas, não vai faltar grito de Mengo do lado rubro-negro do Templo Sagrado na grande decisão.
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E essa mesma torcida chamou o técnico de burro qdo ele fez as substituições. Saíram dois gols em seguida...
Na minha opinião, o trabalho do Vitor Pereira deixa muito a desejar porque ele não conseguiu até agora implantar uma mínima organização tática da equipe em campo , mas ontem ele acertou ao tirar o Arrascaeta, que se arrastava em campo por causa da contusão, e colocar o Matheus França, que me surpreendeu já que demonstrou uma vontade em campo que eu nunca tinha visto antes. O problema é que para derrotar o Fluminense, o Mengão precisará jogar mais do que jogou antes e até agora o Vítor Pereira não demonstrou competência para estruturar o time.
Este é o antigo e simples canto fortificante....milagroso e quase esquecido, que remove montanhas.... esta é a torcida que o Sr. Marcos Braz insiste em calar com sua arrogância e incompetência.
Escutei este canto no gol de letra de Dionísio, após jogada de Fio, numa virada contra o Vasco. Também foi o mesmo coro que motivou a virada de 5 a 1, sobre o Cruzeiro de Tostão e Dirceu Lopes e foi também o mesmo que acompanhou Zico, na cobrança de córner, em 1978, que resultou no famoso gol de cabeça de Rondinelli e na conquista do estadual.
Este canto é forte e vibrante. Realmente arrepia.
O garoto foi sem dúvida o melhor jogador em campo. Agora vejam: Vidal, David Luiz, Gerson, Cebolinha, Santos, Marinho, todos comprados por fortunas e no final os garotos é que quebram o galho. Já vi essa história com Domenec e com Paulo Souza, mas o BRAZ é incansável, incorrigível e continua a rasgar dinheiro. FORA BRAZ. FORA LANDIM.