Foto: Divulgação / Antalyaspor
O Flamengo segue em busca de um volante para reforçar o elenco. O último nome para a posição que esteve no radar do clube foi o de Fernando, atualmente no Antalyaspor (TUR). Na janela de transferências passada, o Rubro-Negro teria tentado a contratação do jogador. Diante da repercussão negativa sobre a possibilidade nesta segunda-feira (01), o vice-presidente de futebol do Fla, Marcos Braz, negou as negociações. Porém, o estafe do atleta confirmou que teve conversas com o dirigente.
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— O jogador foi oferecido há mais ou menos um mês ou dois meses por um intermediário. Fernando não está em nosso radar. Foi oferecido quando estávamos envolvidos com vários problemas, inclusive a situação do Vitor Pereira. Nem sei se esse intermediário estava autorizado a negociar o jogador — disse Marcos Braz, em entrevista ao ‘UOL’.
— Já naquele momento quem estávamos tentando para a posição era o (Mateus) Uribe (colombiano do Porto). Fizemos proposta ao empresário, mas ainda está difícil a contratação, até pela grande concorrência de clubes europeus que têm interesse nele — acrescentou o vice-presidente do Flamengo.
No entanto, de acordo com o jornalista Venê Casagrande, os agentes do jogador, da empresa Rivorelli, garantem que foram procurados e confirmaram que tiveram mais de uma reunião para negociações. Inclusive, ainda de acordo com o repórter, o estafe de Fernando lamentou as afirmações de Marcos Braz.
Na última janela, o Flamengo ofereceu, de acordo com Venê Casagrande, um contrato de três anos para Fernando. O Rubro-Negro até estava inclinado a pagar a multa rescisória do volante Antalyaspor (TUR), que gira em torno de 1,5 milhão de euros (R$ 8 milhões, na cotação atual). O vínculo do jogador com o clube turco é válido até o meio de 2024.
POLÊMICA
Fernando se envolveu em polêmica em março de 2019. Na época que atuava no futebol russo, o motorista da família do jogador, Robson do Nascimento de Oliveira, foi preso por transportar duas caixas de Mytedom 10mg (cloridrato de metadona). O remédio é liberado no Brasil, mas é tratado como entorpecente na Rússia. A defesa de Robson justificou que a encomenda era para o sogro do volante.
Na época, Fernando, a esposa do jogador, Rafaela Rivoredo, e o sogro do volante, William Pereira de Faria, não se pronunciaram sobre o caso. O atleta chegou a dizer que “não sabia o modo que os remédios foram recebidos por Robson no Brasil, nem a forma de entrega”. A informação sobre a possível negociação do jogador com o Flamengo revoltou parte da torcida nas redes sociais nesta segunda-feira (01).
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E daí? Vai mudar alguma coisa? Com especulações, promessas e mentiras, o Braz vai se mantendo no cargo... e o nosso elenco está aí desequilibrado e sem peças de reposição. Importante é ficar trocando de técnico, com multas rescisórias bem onerosas.
Vereador desonesto.
O dia em que o Brás sair do Flamengo, uma nova era irá começar para o clube!!!